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sexta-feira, junho 05, 2020

Historiadores em Perfil: Joel Rufino dos Santos




Ele foi literato e historiador, falou da África e dos negros no Brasil, combatendo por toda sua vida o grande mal que é o racismo. 

Joel Rufino dos Santos nasceu no Rio de Janeiro, em 1941, e no mesmo Rio morreria em 4 de setembro de 2015. Mas não sem deixar um rico trabalho dividido entre História e Literatura. Influenciado pela vó que lia pra ele, pelo pai operário-leitor e pelos gibis que adorava folear, ele traçaria uma trajetória premiada e amplamente reconhecida entre seus pares e tantos outros seus leitores e alunos.

Na década de 1950, depois de ler Introdução à Revolução Brasileira, de Nelson Werneck Sodré, decidiu estudar História. Aliás, ainda quando fazia o curso, foi convidado pelo mesmo Sodré para ser seu assistente no Instituto Superior de Estudos Brasileiros (ISEB). Começava aí a sua carreira de historiador.



Foi no ISEB que, durante o governo João Goulart, se ligou ao movimento da História Nova, que ele mesmo chamava de "reforma de base da história". Parte de um movimento que tinha forte base política, esperava-se fazer uma "história crítica, que não fosse meramente factual". Estava inserida nesse contexto a proposta de escrita de dez livros, dos quais apenas 6 foram realmente escritos. Isso porque logo em seguida veio a Ditadura Militar no Brasil e Joel Rufino, como muitos outros teve que se exilar.

Em sua "peregrinação" no exterior passou pela Bolívia e pelo Chile. Voltou em 1966 ao Brasil e foi preso pelos militares, o que ocorreu, aliás, várias vezes nos anos seguintes. Tais prisões ocorreria por seu envolvimento com a luta armada contra a Ditadura - embora não tenha ele próprio pego em armas, antes apoiando o movimento, participando da "logística da Ação Libertadora Nacional (ALN)". 



O maior período em que esteve preso nos anos 1970 renderia inclusive um livro anos depois, Quando Eu Voltei, Eu Tive uma Surpresa. Livro esse que foi premiado com o Orígenes Lessa em 2000. Trata-se de uma série de cartas que enviava ao filho Nelson, na época com 8 anos, onde descrevia o dia a dia na prisão, mas procurava mostrar otimismo em relação a sua situação e à situação do país. Não é um livro de história, propriamente, mas tem muito de história, pois nele Joel, desenhando, brincando, dialogando, tenta  explicar que, precisamente pelo "pecado" de amar o Brasil e de fazer parte de sua história, estava preso ao cárcere, à saudade e à vontade de continuar lutando pelo povo brasileiro.

Com a anistia, a Joel Rufino foi permitido retornar à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Passou então a trabalhar em dois espaços, na Faculdade de Letras e na Escola de Comunicação, tendo depois se dedicado apenas à primeira. Ele escreveu muito em literatura, especialmente infantil, recebendo prêmios importantes por isso - dois Jabutis, com Uma Estranha Aventura em Talalai (1979) e O Barbeiro e o judeu da prestação contra o Sargento da Motocicleta (2008), além de ter sido duas vezes finalista do Prêmio Hans Christian Andersen, considerado o Nobel da literatura infanto-juvenil. Mas, embora tenha feito uma escolha, uma predileção, sempre defendia a interdisciplinaridade, não abandonando a História, pelo contrário, contribuindo para o entendimento de temas importantes. 

Muitos de seus livros de ficção tem fundos, personagens e paisagens da História. O Dia Que o Povo Ganhou, por exemplo, é baseado no 2 de julho na Bahia - dia em que o povo foi às ruas festejar a independência do Brasil; Crônica de Indomáveis Delírios, quando da Revolução Pernambucana de 1817, a facção “francesa” teria acalentado o sonho de trazer Napoleão, então prisioneiro dos ingleses, para comandar seu exército; e Quatro Dias de Rebelião, baseado na Revolta da Vacina. Ou seja, ao escrever ficção ele estava impregnado de História.



De seus livros não ficcionais, especialmente de história, ele se preocupou com temas gerais, a começar pelo curto trajeto da História Nova, abarcando assuntos como o "descobrimento", a ocupação do território (por portuguese ou não), o uso da mão de obra - especialmente a africana -, a independência, o advento da República - inclusive, claro, a abolição. Ele também se interessou por personagens da nossa história, tendo feito biografia de Zumbi dos Palmares e da improvável escritora Carolina Maria de Jesus. Nesse contexto todo, a África e a presença negra no Brasil é corrente, sendo através da escravidão, das revoltas internas, do futebol ou seja ainda do teatro.

Ele foi um combatente contra uma das grandes mazelas de nosso país, o racismo. Para ele - como Silvio Almeida e outros ajudariam a desenvolver -, no caso do racismo, trata-se de um "preconceito estruturado"; um "preconceito quando casa com as distinções de classes, com as separações de classe". Para Joel Rufino "nunca houve democracia racional", como queriam fazer crer Gilberto Freyre e seus seguidores, por exemplo. Como outros que já pensaram a condição do negro no Brasil, antes e depois dele, Joel Rufino resumiria em parte a sua visão dizendo que "o negro, historicamente, durante a maior parte do tempo, foi trabalhador, foi subalterno. E o branco, na maior parte do tempo foi senhor, foi patrão". Por isso, "encarar a questão do racismo é encarar a questão do Brasil" (Entrevista para Umas Palavras, 2003, do canal Futura).



Dada a sua compreensão interdisciplinar, ele via como algo ruim o fato de muitos terem a História como uma "baia", como um "cabresto"; não podendo o historiador transitar por outras áreas, realizar outros diálogos.

Caso queira conhecer mais sobre esse autor, existem muitas entrevistas no Youtube ou em texto em diversos sites. Há um site dedicado a ele (joelrufinodossantos.com.br). Assim como há, claro, sua extensa bibliografia, que segue logo abaixo.


Os livros desse autor:

Como romancista

Crônica de Indomáveis Delírios (1991)


Como literato infanto-juvenil


Marinho, o Marinheiro, e Outras Histórias (1976)

Aventuras no Pais do Pinta-aparece e Outras Histórias (1977)

O Curupira e o Espantalho (1978)








Dudu Calunga (1986)


Ipupiara, o Devorador de Índios (1990)

Uma Festa no Céu (1995)






O Grande Pecado de Lampião e Sua Terrível Peleja Para Entrar no Céu (2005) 



Na Rota dos Tubarões (2008)

Robin Hood (2001)








Como não-ficcionista

História Nova do Brasil (co-autoria, 1963)

História Nova do Brasil IV (1964)

O Descobrimento do Brasil (Coleção História Nova 1, 1964)

As Invasões Holandesas (Coleção História Nova 3, 1964)

A Expansão Territorial (Coleção História Nova 4, 1964)

Independência de 1822 (Coleção História Nova 6, 1964)

Da Independência à República (Coleção História Nova 7, 1964)

O Renascimento, a Reforma e a Guerra dos Trinta Anos (1970)

República: Campanha e Proclamação (1970)

Mataram o Presidente (co-autoria, 1976)

História do Brasil (1979)



Constituições de Ontem, Constituinte de Hoje (1987)

Zumbi (1985)

Abolição (1988)

Afinal Quem Fez a República? (1989)

História, Histórias (1992)

Atrás do Muro da Noite: Dinâmica das Culturas Afro-brasileiras (com Wilson dos Santos Barbosa, 1994)

História Política do Futebol Brasileiro (1981)

Quando eu Voltei, Tive Uma Surpresa (2000)






A História do Negro no Teatro Brasileiro (2014)








Livro destaque desse autor:
 livro zumbi
Zumbi
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Para ver outros Historiadores em Perfilclique aqui!

* Essa postagem é só um guia rápido desse historiador. Se você souber de alguma incorreção ou tiver algum acréscimo de conteúdo a essa postagem, mande-nos nos comentários. Muito obrigado!


Assista a um vídeo nosso sobre os negros no Brasil!

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Historiadores em Perfil: Marc Bloch




Marc Bloch é o estreante de uma série de perfis de historiadores que faremos no blog. Ele é um dos mais importantes historiadores do século XX, tendo sido fundamental para a mudança que se realizou no ofício do Historiador, a partir sobretudo da criação da Escola dos Annales, da qual foi co-fundador. 

Seu nome completo é Marc Léopold Benjamim Bloch, nascido em Lyon, 6 de julho de 1886. Era filho de Gustave Bloch. Professor de História Medieval, Marc Bloch estudou na Escola Normal Superior de Paris, estudou em Berlim e também em Leipzig antes de ser bolseiro (bolsista) da Fundação Thiers (1909-1912, onde escreveu sua tese de doutorado sobre o fim da servidão dos camponeses na ilha da França, cujo título era Reis e servos: um capítulo da história capetiana (clique aqui para baixá-la).

Ele participou da Primeira Guerra Mundial, na arma de infantaria, sendo ferido e recebendo uma condecoração militar por mérito.



Após a guerra ingressou na Universidade de Estrasburgo, renomada instituição onde conheceu e conviveu com Lucien Febvre. Os dois fundariam em 1929 a Revista dos Annales (então chamada de Annales d'Histoire Économique et Sociale). Em 1936, sucedeu a Henri Hauser na cadeira de História Econômica da Sorbonne, em Paris. Com sua mudança e a de Lucien Febvre para a capital e a transferência da sede da revista, a mesma conheceu então um sucesso mundial, dando origem à chamada Escola dos Annales.



Desde que publicou seu livro Os Reis Taumaturgos pela primeira vez em 1926, ele produziu outras obras importantes, como A Sociedade Feudal (1936)Os Caracteres Originais da França Rural,  A Estranha Derrota (esse sobre a derrota da França na Segunda Guerra, lançado postumamente) e aquele que é considerado por muitos como um "manual de cabeceira", que todo historiador deveria ler um dia, Apologia da História. Esse último também lançado pela primeira vez após sua morte - aliás, livro que não conseguiu terminar, o que deixa uma angústia na sua parte final.  


Essas obras póstumas tem a ver com sua condição trágica nos anos 1940. Com a eclosão da Segunda Guerra Mundial, e a ocupação nazista da França, Bloch, por ser judeu, teve que deixar a direção da Revista dos Annales, que passou a ser orientada apenas pelo seu colega Lucien Febvre. Somado a isso, sendo militante da resistência francesa em tempos de domínio nazista, ele foi preso pela Gestapo, torturado e fuzilado em Saint-Didier-de-Formans, em 16 de junho de 1944. 

Caso queira conhecer mais sobre esse autor, existe, entre outros a coleção de textos biográficos intitulada Marc Bloch, organizados por Julio Bentivoglio e Josemar Machado de Oliveira. Além dessa, um ótimo livro para entender um pouco sobre os Annales é o A Escola dos Annales (1929-1989): a Revolução Francesa da Historiografia, de Peter Burke. Ainda há o livro As Escolas Históricas, de Guy Bourdé e Hervé Martin, reserva boa parte de seu espaço para falar das mudanças iniciadas pelos annalistas e seus herdeiros pós década de 1970. 


Os livros desse autor:


Les Caractères Originaux de l’Histoire Rurale Française (1926) / título em inglês French Rural History: An Essay on Its Basic Characteristics

The Ile-de-France

Réflexions d'Un Historien Sur les Fausses Nouvelles


A Estranha Derrota (póstumo, 1946)

Apologia da História (póstumo, 1949)

Esboço de uma História Monetária da Europa (póstumo, 1954) / título original Esquisse d'Une Histoire Monétaire de l'Europe

O Que Pedir aos Historiadores (2019, coleção de textos inéditos publicados entre 1914 e 1940)

Livro destaque desse autor:
 livro a sociedade feudal
A Sociedade Medieval
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* Essa postagem é só um guia rápido desse historiador. Se você souber de alguma incorreção ou tiver algum acréscimo de conteúdo a essa postagem, mande-nos nos comentários. Muito obrigado!


Assista a um vídeo nosso sobre o Peronismo Argentino!

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* Originalmente postado em 11/mar/2020.

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sábado, maio 02, 2020

Livros para conhecer o "verdadeiro" Dom Pedro I



Dom Pedro I virou novela, um tanto caricato ao ser representado por um ator (Caio Castro) que na minha opinião estava longe de transmitir ares aristocráticos - sem falar que não mandava bem no idioma dos nossos "nobres" colonizadores. Por isso, ler é preciso, acreditar em tudo não é preciso!

Ler um pouco então faz bem, ajuda a curar as feridas causadas pelas más "contações" da ficção, ilumina o caminho dos pobres (e das pobres) de conteúdo, além de fazer os "trabalhos" de interpretação de uma quase estranha figura nacional.

A lista de livros sobre Pedro de Alcântara (o primeiro) - o libertador que nada libertou - é extensa, mas separemos aqui alguns que são de cunho biográfico. Desses há alguns títulos que valem a lida, ainda que seja pra criticar.
Na lista dos escritores respeitáveis, está Mary Del Priori, com A Carne e o Sangue.


 livro a carne e o sangue

Seguem-se outros autores, como Isabel Lustosa com seu D. Pedro I - Um Herói sem Nenhum Caráter, partindo da história de Macunaíma para explicar o imperador do Brasil. Um mais completo escrito por Sérgio Correia da Costa, está intitulado como As Quatro Coroas de D. Pedro I.

 pedro i um herói sem nenhum caráter

Há uma obra mais antiga, em três volumes do escritor brasileiro Otávio Tarquínio de Sousa, A Vida de D. Pedro I.

 a vida de d pedro i

Um livro bem mais recente é D. Pedro: Imperador Do Brasil E Rei De Portugal, de Eugénio dos Santos, lançado pela editora Alameda.

 livro dom pedro Imperador Do Brasil E Rei De Portugal

Tem-se aqueles livros que podem ser lidos quase como literatura, onde colocaríamos 1822, do jornalista-historiador Laurentino Gomes.

 laurentino gomes 1822


 livro pedro i a história não contada livro Titília e Demonão
Ainda sobre Leopoldina e o primeiro imperador do Brasil, há o livro Leopoldina E Pedro I, de Sonia Sant´Anna. Ele conta a história da primeira imperatriz do Brasil, descrita por seus contemporâneos como "a mais doce de todas as princesas", e também "a mais desprezada das esposas". Uma mulher apaixonada por Pedro desde que o viu em um retrato, que foi infeliz no casamento mas se manteve fiel em seu posto, participando ativamente do movimento pela independência do Brasil e trabalhando por seu reconhecimento pelas nações europeias.
 livro leopoldina e dom pedro i
Há enfim, muita bibliografia direta ou indireta sobre Pedro, filho de João e de Carlota. Com certeza seu amigo descolado, que manja de História, o tio legal que sabe muito sobre o passado, ou ainda seu professor de História ou de cursinho preparatório para ENEM ou vestibular poderá complementar essa lista. De qualquer forma, ficam as nossas dicas.

Ah! Se quiserem comprar os livros indicados, é só clicar nos títulos ou nas capas que colocamos ao longo da postagem.

Aquele abraço!

* Postado originalmente em 3/jun/2017.



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segunda-feira, fevereiro 24, 2020

UMA PROMOÇÃO MARAVILHOSA! "A História Secreta da Mulher-Maravilha" por R$ 19,90!




Esse livro é pra quem gosta de HQs, histórias de heróis, que gosta de saber o que está por trás de sua origem. Esse livro fala da história secreta da Mulher-Maravilha e o preço está de fazer justiça: R$ 19,90 (preço normal R$ 64,90)!

A Mulher-Maravilha, personagem criada em 1941, é a super-heroína mais popular de todos os tempos. Com exceção do Superman e do Batman, nenhum super-herói tem uma carreira tão duradoura ou influencia tanta gente quanto ela.

Em uma pesquisa fantástica (e sem a ajuda de Minerva) realizada pela historiadora de Harvard e redatora da revista New Yorker, Jill Lepore, o leitor terá acesso à origem dessa que é uma das mais importantes super-heroínas da cultura ocidental.

Uma surpreendente trama familiar, fatos cruciais para o feminismo do século XXI e a Mulher-Maravilha como você nunca viu!

Não se perca, pra comprar é só acessar: amzn.to/2yvP8zD.

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Assista ao nosso vídeo com o que você PRECISA SABER sobre ELVIS PRESLEY:
Se estiver recebendo no e-mail e não conseguir ver o vídeo, clique aqui.

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** Texto com base na resenha oficial.

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quarta-feira, setembro 04, 2019

PROMOÇÃO! Entendendo Foucault - Um Guia Ilustrado, de Chris Horrocks e Zoran Jevtic, está por R$24,90!




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Saiba tudo sobre um dos mais controversos filósofos dos últimos tempos. Antissocial, controverso e dado à depressão, em 1948, Foucault cortou o peito com uma navalha, perseguiu um estudante da ENS (École Normale Supérieure) e tentou se matar tomando pílulas. Foi aí que teve seu primeiro contato com a psiquiatria e passou a também estudá-la. 

Entendendo Foucault, escrito pelo professor de história Chris Horrocks, com ilustrações de Zoran Jevtic, destrincha a vida e preceitos de Michel Foucault, intelectual atuante tanto na filosofia quanto na política, e explora sua missão de expor as ligações entre conhecimento e poder nas ciências humanas, seus discursos e instituições.

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terça-feira, setembro 03, 2019

PROMOÇÃO! A Escravidão no Brasil, do professor Jaime Pinsky, por R$13,90!




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Texto objetivo e ágil, engajado e muito bem documentado, trata das questões centrais da História da escravidão no Brasil e incorpora o resultado das pesquisas mais recentes sobre o assunto. Com mais de 80 mil exemplares vendidos, o livro de Jaime Pinsky aborda temas como o tráfico, a vida cotidiana dos escravos no trabalho e na senzala, a vida sexual e a resistência oferecida pelos negro contra a opressão. 

O autor, não aceita, contudo, a ideia, defendida por certos historiadores, de que a escravidão permitia relações harmoniosas entre senhores e escravos: no livro, ele revela o caráter cruel da escravidão e sua influência perversa na formação de nossa sociedade.

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 Jaime Pinsky


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terça-feira, agosto 13, 2019

LIVRO: As Cruzadas: Uma História, de Jonathan Riley-Smith




Aos que se fascinam (não necessariamente de forma positiva) com a Idade Média e seus mistérios, eis o livro As Cruzadas: Uma História, de Jonathan Riley-Smith! 

As Cruzadas: uma história é o retrato definitivo de um assunto fundamental na história medieval. Autoridade na matéria, Jonathan Riley-Smith explora os antecedentes das cruzadas, seus principais agentes e as suas experiências no conflito, produzindo assim um texto acessível e ao mesmo tempo abrangente. 

Esta edição apresenta: Vasto material historiográfico, inclusive traduções de textos da época; Escopo ampliado, que se estende até o século XIX; Aspectos pedagógicos de grande utilidade, como bibliografia comentada, mapas, figuras e uma cronologia inédita. Esta é uma leitura imprescindível para todo e qualquer estudante ou estudioso a fim de entender as cruzadas e o seu significado no curso da história mundial.

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Livraria da Travessa - http://acesse.vc/v2/2161a71d313

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Jonathan Riley-Smith foi um historiador das Cruzadas, e entre 1994 e 2005 foi professor História Eclesiástica em Cambridge. Nessa Universidade ele foi também membro da Emmanuel College.


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Assista a um vídeo da editora Ecclesiae apresentando o livro

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