Identidade 85 ::: florianópolis sc

A misteriosa morte de Marilyn Monroe

José A. Fernandes [contém fotos!]

VÍDEO:

Johnny Cash - The Gift [O Dom] | José A. Fernandes | resenha do documentário

VÍDEO:

Sobre o Mês da Consciência Negra | José A. Fernandes | com Vanucci Deucher

Mostrando postagens com marcador florianópolis sc. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador florianópolis sc. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, julho 24, 2019

O impagável show de Amy Winehouse | José A. Fernandes


Amy Winehouse em Florianópolis

Um show para quem gostava e para quem queria ver o que ela iria aprontar. Era um 8 de janeiro de 2011, em Florianópolis, Santa Catarina, Brasil, e cantora era a incrível - e polêmica - Amy Winehouse!  

O retorno de uma “nova rainha”, que esteve sob os holofotes e fumaça de gelo seco, rainha que poderia receber carinhosamente o qualitativo de “a louca”. Falo de Amy Winehouse sim, que fez seu retorno aos palcos, para o meu deleite, no Brasil, no Summer Soul Festival, promovido pela Pachá, em Florianópolis City.

A espera foi cansativa, cheguei em uma van fretada às 19:30 h no Stage Music Park, esperei os portões abrirem às 20 h, fiquei até as 22 esperando o início do primeiro dos 3 shows, de Mayer Hawthorne, tendo em vista que o de Amy seria o último deles.


Minha visão do show

É importante dizer que os outros dois shows foram ótimos, especialmente o segundo, de Janelle Monae, que fez a galera dançar literalmente. Mas a espera mesmo era para o último, que só começou por volta da 1 hora do dia 9, daí haverem muitos ansiosos e impacientes no público, que ficavam por vezes gritando “Amy, Amy...” (o que eu particularmente acho uma tremenda falta de respeito). A espera me pareceu por fim ofuscar parte do brilho dos demais cantores. Mas o que não podemos é desprezá-los.

O lugar do show em Jurerê Internacional, a ilha de Santa Catarina, e eu vindo da praia da Canasvieiras, com o sol perfeito, um albergue lotado de argentinos, porções de camarão e cerveja a beira mar. Tudo era muito convidativo e valeria o passeio por si só. Mas nada disso estaria completo sem este show, não mesmo! Nada substituiria esta experiência ímpar de ver a dama do soul cantando suas músicas, com sua voz errante, mas poderosa!

Amy Winehouse em Florianópolis

É difícil descrever a sensação de ver a mulher ao vivo. Cambaleante, trôpega, cativante, engraçada, sarcástica, e porque não sedutora, tentando se esconder atrás de seu vestidinho curto rosa-claro. É assim que ela subiu ao palco. Cantou todas as musicas do álbum Back to Black, somadas com outras inéditas. Saiu do palco por algumas vezes, o que deixava todos curiosos pra saber o porquê. Sentou para ouvir os vocalistas de sua banda cantarem. Não seguiu protocolos e nem roteiros. Inesquecível vê-la tomando água, “this is water”, disse ela, pra delírio da galera. Esta foi a Amy que eu sempre ouvi e agora estava vendo ao vivo e em cores!


Por fim, depois de atender aos pedidos de bis (coisa de praxe no showbiss) ela voltou, cantou suas últimas músicas e saiu. Já eram então 2:15 da manhã.

Amy Winehouse em Florianópolis
 Livro Amy, Minha Filha
 livro amy
Para comprar: E-book e Impresso


* Foto do topo: Florianópolis, SC, 8 de janeiro de 2011, de José A. Fernandes.

** Originalmente postado em 14/jan/2011.

Compartilhar:

terça-feira, julho 23, 2019

Amy Winehouse, 8 ano depois de partir | José A. Fernandes

Florianópolis

Parece que foi ontem que parti para Floripa, em 8 de janeiro de 2011, para ver Amy ao vivo. Foi emocionante, mesmo que todas as previsões apontassem "maus tempos" e "instabilidade" de sua parte, afinal ela estava voltando depois de algum tempo sem se apresentar ao vivo. 

Em alguns momento ela acabou "dividindo atenções" com Ronaldinho Gaúcho que, pelo que contaram, estava recebendo "elogios" e moedas de gaúchos gremistas presentes no recinto, ao som de "mercenário, mercenário..." e por aí vai. É que ele acabara de fechar contrato com o Fla. Mas o gaúcho não é o assunto. Ela era... Amy Jade Winehouse

Alguns apostavam em malabarismos e trapalhadas, sem contar os mais "chiitas" que esperavam por baixarias que pudessem render assunto nos happy hours dos dias seguintes. Mas, por outro lado, havia quem esperasse ver apenas Amy, simpática (ao seu estilo), com jeito cativante e encantador... esperavam estes ver o mínimo, apenas o que fosse possível tirar do corpo magro e pequeno da namorada de Reg Traviss.

Depois alguns anos passados do show ainda posso dizer que foi uma experiência única e valeu cada centavo. E nessas horas prefiro nem dar voz às críticas que foram feitas ao show, afinal,  tem muito crítico que deveria também ser criticado, por falar tanta asneira. O mais importante foi o que vi: alguém fazendo o que podia para alegrar outros, mesmo que muitos nem mesmo a conhecessem direito.

À parte as piadas de muitos, posso dizer que esperava que ela se recuperasse e conseguisse estar ainda entre as cantoras vivas que eu pudesse ver em algum pub de Londres que algum dia vou frequentar. Sobre isso, quero contar-lhes o meu sonho definitivo, coisa minha, que é assistir um jogo dos Diabos Vermelhos (de preferência contra algum dos arqui-rivais, Arsenal, Chelsea e tal) e depois ir de Manchester para Lonres, à um pub qualquer, ouvir música e tomar algumas cervejas, ao melhor estilo Carpe Diem. Nesse sonho estava incluída AMY, ela mesma, ao vivo e de pertinho. Mas... quis o destino que uma parte desse sonho não fosse mais possível.

De qualquer forma, deixo aqui minha homenagem à Amy Winehouse... grato que estou pelos momentos agradáveis com amigos que foram embalados por suas músicas.

Minha recordação daquele 8 de janeiro

Se quiserem lembrar o que escrevi na época:




Foto do topo: show de Florianópolis, SC, 8/1/2011. de José A. Fernandes

* Originalmente postado em 23 de julho de 2012.

Compartilhar:

domingo, abril 05, 2015

Um documentário pra falar de AMY (veja o trailer)



Já está marcado o lançamento do documentário "Amy", justamente para julho, o mês em que ela sucumbiu. Humana como era, logo suscitará controvérsias na apreciação, mas vejamos o trailer para saber o que nos espera. 

É muito estranho lembrar a morte de Amy Winehouse, pois naquele mesmo dia 23 de julho de 2011, eu, José A. Fernandes, tinha acordado muito bem, inclusive pensando em música, em voltar a viver uma vida de Lula Molusco e tocar clarinete. E de repente estava sendo impactado com a notícia de que ela tinha morrido!

Quem me conhece sabe que gosto demais dela e também já devem ter lido o texto que fiz sobre o show de Floripa que fui em janeiro daquele mesmo ano de 2011. Mas vê-la em destaque de novo me faz reviver sensações, como quando se perde alguém que se gosta muito.

Claro que logo lembrarão seus exageros, suas imprudências, seus surtos, resultados da bebida ou das drogas. Mas às vezes procuro esquecer essas coisas e acho que muitos poderiam fazê-lo, em prol do talento e do esforço que pessoas como ela faziam (ao menos até certo momento) para produzir música de qualidade, com sentimento.

Bom, mas chega de falar e vejamos o clipe, porque o documentário virá como um "presente" adiantado para mim, já está marcada a estréia para 3 de julho.


Compartilhe essa postagem:
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Humanos

Digite e tecle Enter para buscar!