Identidade 85 ::: papa joão paulo ii
Mostrando postagens com marcador papa joão paulo ii. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador papa joão paulo ii. Mostrar todas as postagens

domingo, dezembro 29, 2019

Fernando Meirelles fala sobre o filme "Dois Papas"




O cineasta Fernando Meirelles concede uma entrevista ao programa CineJornal da TV Brasil para falar sobre seu novo filme: Dois Papas. 

Jonathan Pryce e Anthony Hopkins interpretam Papa Francisco e Bento XVI no novo longa de Fernando Meirelles, premiadíssimo cineasta, responsável por filmes como "Cidade de Deus", "Ensaio Sobre a Cegueira", entre outros. "Dois Papas" será lançado no Festival de Toronto.


Se estiver recebendo a mensagem pelo e-mail, clique aqui para assistir

-----


:: Ou se quiser, FAÇA UMA DOAÇÃO via Paypal: http://bit.ly/DoarJoseAF

O livro, com desconto!

 livro dois papas
Dois Papas
Clique aqui!

Compartilhar:

sábado, março 16, 2013

Os Jesuítas no poder

companhia de jesus
Logotipo da Companhia de Jesus. 
Disponível no site da Arquidiocese de Campinas

Depois de serem expulsos das antigas colônias europeias ao longo do mundo no século XVIII e quase serem excluídos permanentemente da curia romana recentemente, os Jesuítas assumiram o poder máximo no Vaticano em 13 de março de 2013, com Jorge Luiz Bergoglio, o Papa Francisco

quinta-feira, fevereiro 21, 2013

Entre papas, assassinos e forasteiras

Montagem 

O que mais me "tocou" nos últimos dias é a maneira como os jornais (escritos, falados ou televisionados) vêm falando de algumas coisas e as substituindo rapidamente quando já não interessam mais - como copos descartáveis sem mais funções. 

sexta-feira, janeiro 18, 2013

O filme "João Paulo II" e o Comunismo

Capa do filme. Imagem de reprodução

Um dos mais carismáticos papas de todos os tempos, João Paulo II, nascido Karol Józef Wojtyła, em Wadowice, Polônia, em 1920, é "retratado" nesse filme imediatamente póstumo de 2005 (mesmo ano de sua morte). 

Tencionando ser "documental", procura mostrar o lado mais humano de um homem que é muito admirado no seu meio. Para isso juntou em seu elenco nomes conhecidos, entre os quais: Cary Elwes (Karol jovem), Jon Voight (já adulto) e Christopher Lee (Cardial Stefan Wyszynski). 

É esse filme, dirigido por John Kent Harrison, que quero comentar brevemente aqui e deixar para os que o assistirem, talvez mais para os historiadores que propriamente aos religiosos, alguns pontos a serem pensados com menos fé e um pouco mais de razão*


Embora seja de cunho religioso, João Paulo II, começando um exercício de rememoração do próprio papa quando do ataque de 1981 que quase o matoupossuí ao menos uma missão política bem direta: promover uma cruzada ideológica católica, podendo-se dizer pessoal do papado, contra o Comunismo. São mostrados ao longo da trama diversos eventos envolvendo o protagonista e suas experiências com os agentes de Moscou, que vão desde a vitória na Segunda Guerra Mundial, onde seria substituído o dominador nazista pelo comunista, até perseguições e mortes de padres e leigos próximos seus. 


Assim, o que é mostrado no filme "explicaria" o ódio de Karol, à princípio pelos nazistas e depois, com a queda de Hitler e seu partido, pelos comunistas. No período posterior à Segunda Guerra em que morou na Polônia (e mesmo depois enquanto no Vaticano), o país esteve dominado pelos soviéticos, só começando a ganhar autonomia com a vitória do movimento anti-comunista Solidariedade, liderado por um amigo seu, Lech Walesa, no fim da década de 1980, que aliás, desde o início, contou com seu apoio (sobre isso há o interessante artigo na edição de março de 2005 de SuperinteressanteO papa e a história, de Denis Russo)

Se tomássemos acriticamente o ponto de vista do filme, entenderíamos como uma "contribuinte" à construção da "demonização" do Comunismo a ação da própria União Soviética de Stalin e governos seguintes. Sobre isso teríamos, como visto, mais especificamente o Terror comunista e as ações de expurgo e extermínio perpetradas nos territórios dominados, incluindo neste caso a Polônia. 

No entanto, uma análise mais "racional" e demorada do que é passado nos fará perceber que tal demonização do Comunismo, mesmo ganhando publicidade inédita nesse momento, não era algo novo e exclusivo de João Paulo II. Não quero aqui defender as atrocidades de Stalin e seus sucessores, mas também não podemos generalizar as ideias marxistas, como fez Karol, usando como seu desenho mais perfeito a "imperfeita" URSS

Claro que, com alguns variações (caso da China), este era o Comunismo que os poloneses e demais países dominados e influenciados conheciam, mas claro também que já havia uma predisposição da Igreja Católica de combatê-lo (seja qual fosse sua variável), como uma "religião" do anti-Cristo e de infiéis (ou melhor ateus).

Por esses e outros motivos, para além do elemento religioso, termino acreditando que justifica-se uma vista atenta deste filme por parte de historiadores, professores e demais cientistas sociais. Trabalhar isso em sala de aula é difícil, afinal tocar no assunto "religião" gera sempre tensão e mal estar, mas sem preconceitos, de qualquer um dos lados, creio que fica interessante e produtivo.



Umberto Eco
de R$ 25,00 por R$ 20,90

 Clique aqui para comprar!

*Meu objetivo aqui não é, de forma alguma, fazer ataques à religião propriamente ou denegrir imagens, quero apenas suscitar questões históricas.


** Originalmente postado em 18/jan/2013

Compartihar:
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Humanos

Digite e tecle Enter para buscar!