A misteriosa morte de Marilyn Monroe | José A. Fernandes [contém fotos!] ~ Identidade 85 ::

quarta-feira, novembro 27, 2019

A misteriosa morte de Marilyn Monroe | José A. Fernandes [contém fotos!]




Ser Marilyn Monroe não devia ser fácil. Nem depois de sua morte as coisas se clarearam. Existem muitas teorias sobre isso, inclusive sobre um possível assassinato.

Diferente de Elvis, no caso de Marilyn não há dúvidas de que ela tenha morrido. As dúvidas estão na forma e nos motivos do ocorrido. Surgiram várias teorias a respeito. Uma delas dá conta que a mesma teria planejado e executado seu suicídio, tendo tomado uma dose exagerada de remédios. É uma das versões mais aceitas, embora haja algumas teorias, que se não foram provadas ainda, deixam muitas dúvidas no ar!

Uma das principais delas ganhou força ao longo dos anos, especialmente quando o detetive Milo Speriglio revelou em 2001 (quase 40 anos depois de sua morte!) informações que intrigaram muita gente e assustaram por seus detalhes. 

O que ele contou, juntamente com as incongruências nos depoimentos prestados por quem estava próximo dela, inclusive no dia da sua morte, geraram uma forte suspeita de queima de arquivos. Isso porque haveria uma ligação direta dela com gente muito importante no meio político, no caso, sobretudo, com os Kennedy. Por saber demais ou por se acercar demais do presidente John e do irmão Robert (Bob) Kennedy, ela teria tido acesso à informações sigilosas e representaria por isso uma ameaça. Parece não haver dúvidas de que ela teria tido de fato um caso amoroso com os dois, mas sentia-se atraída por John. Para piorar, como eles, ela também teria alguma ligação (ou pelo menos teria informações importantes) com a máfia norte-americana. Justamente por causa da sua obsessão pelos Kennedy, ela teria feito ameaças de falar o que sabia - teria inclusive marcado uma coletiva de imprensa. 

Ela estava sendo vigiada o tempo todo. Havia gravadores escondidos em todos os cômodos da sua casa, inclusive no seu quarto e no seu banheiro. Mesmo assim, todas as gravações de seus telefonemas, que estavam grampeados, e outras evidências da morte de Marilyn simplesmente desapareceram. O relatório da autópsia foi perdido de forma no mínimo misteriosa. Até a documentação do FBI refente ao caso desapareceu e muitos amigos de Marilyn que tentaram investigar mais o ocorrido receberam diversas ameaças de morte.

Há quem diga que viu Bob Kennedy e um médico entrando na casa dela no dia da morte. Teriam havido fortes discussões entre o irmão do presidente e ela: especialmente porque Robert havia prometido se casar com ela e interrompeu o relacionamento, o que a deixou em desespero e descontrolada emocionalmente. O que veio depois, quase ninguém sabe (e possivelmente nunca saberemos). No entanto, algumas gravações foram recuperadas.

Quando o detetive Speriglio chegou à casa, encontrou o médico e o psiquiatra de Marilyn sentados em frente à cama da atriz. Ele disse que a expressão do psiquiatra naquele momento era de culpa. Afirmou também que “foi ele [o psiquiatra] quem aplicou a injeção de Nembutal líquido". Nessa versão, todos estariam, de alguma forma envolvidos, sendo aquela a chance de calar Marilyn. "Não esqueça de que ela havia marcado uma coletiva com a imprensa dizendo que iria contar tudo”, fez questão de chamar a atenção o detetive. 

De qualquer forma, as investigações sobre o que dissemos nunca foram adiante, por falta de provas, sobretudo. Mas, seguem até hoje perguntas sem respostas, como por exemplo: por que o relatório da autópsia ficou incompleto na ocasião? Parecia que todos já tinham confirmado que se tratava de suicídio por overdose, antes mesmo de fazerem os exames. O legista responsável, Dr. Noguchi, mesmo contrariando ordens superiores, examinou e afirmou que se ela tivesse se suicidado ingerindo os comprimidos oralmente, todo o trato digestivo estaria amarelado em decorrência dos corantes adicionados nesse tipo de remédio. Além do que o estômago e o intestino estavam vazios e de acordo com o exame de sangue e com a análise de pedaços do fígado, o nível da substância se encontrava altíssimo no sangue e não no fígado. Essa é mais uma questão que talvez nunca seja desvendada. Teria então sido a substância injetada diretamente na corrente sanguínea de Marilyn? 

Apesar das suspeitas, segue até hoje como causa oficial da morte de Marilyn Monroe o excesso de barbitúricos, fato deliberado ou sem intenção. Ela tinha 36 anos quando Eunice Murray, sua governanta, encontrou seu corpo pouco depois da meia-noite, após ver luz saindo por debaixo da porta do quarto de dormir e não ter resposta aos seus chamados. Naquele 5 de agosto de 1962, estiveram no local, além da governanta, o médico Engelberg e o psiquiatra que tratava de Marilyn, Dr. Greenson. O corpo de Marilyn estava nu, caído em diagonal sobre a cama, de barriga para baixo, com os pés enrolados num acolchoado e com o braço direito esticado segurando o telefone.


Veja fotos do corpo da atriz:
(clique na foto para ampliar)
(se não gosta desse tipo de cena, não se recomenda seguir na postagem)






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