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domingo, junho 16, 2019

Papo de professor: sobre o ato de avaliar | José A. Fernandes



Nessa postagem gostaria de apresentar algumas reflexões que venho fazendo sobre alguns pontos da educação brasileira, especialmente sobre o nível médio, focadas na "avaliação".

O assunto avaliação envolve várias questões, muitas das quais bem polêmicas. Uma delas diz respeito à chamada transmissão de conhecimentos, cuja superação não é fácil. Outra polêmica é quanto ao tipo de avaliação que seria mais adequado, saindo dos métodos usuais (múltipla escolha, especialmente) em que grande parte dos alunos se dedica à decoração, sobretudo em dias próximos ao marcado para os testes de conhecimentos.

Ligada ao que é conhecido genericamente como Escola Tradicional (LEÃO, 1999), a chamada transmissão de conhecimento vem de longa data (por exemplo, com ligações nas ideias de Rousseau sobre a pedagogia da essência), mas tendo uma persistência especial das influências iluministas de maneira geral, nos séculos XVII e XVIII, e depois positivistas, no século XIX. Nessa visão tradicional a educação escolar teria a função de auxiliar a construção e consolidação de uma sociedade democrática, mas isso de uma forma “fechada”. Temos um ideal de escolas que vem do século XIX, imagem muito familiar ainda hoje, onde deveriam ser “organizadas em forma de classes, cada uma contando com um professor que expunha as lições que os alunos seguiam atentamente e aplicava os exercícios que os alunos deveriam realizar disciplinadamente” (SAVIANI, 1991 apud LEÃO, 1999, p. 3).

Na concepção do Positivismo, especialmente, os conhecimentos são então “encaixotados” ou “empilulados” e entregues de forma que os alunos recebam docilmente aquilo que o professor passa e não produzam nada por eles mesmos, deixando para pensar de forma própria e crítica quando estiverem no Ensino Superior. Essa é uma importante condição para tais conhecimentos serem aceitos, serem considerados científicos, ou seja, poderem ser universalizados e livres de críticas individuais. 

Claro que mudanças ocorreram, com tentativas de superação dessa corrente também conhecida como cientificista, mas permaneram traços fortes o suficiente nas formas de educar, nesse caso especialmente de avaliar (cf. SAVIANI, 2007).

Assim, no processo avaliativo tradicionalmente concebido, restaria ao aluno apenas reproduzir estritamente o que ouviu ou foi indicado como leitura pelo professor (cf. SAVIANI, 2014). Não importando aí as experiências dos mesmos, suas vivências, os contextos em que os conhecimentos apresentados façam sentido ou não. Percebemos aí que há falta de sensibilidade por parte dos docentes; aliás, sensibilidade é uma palavra abominável para alguns, já que esperam transmitir conceitos científicos e preceitos morais de forma autoritária.

Ao contrário dessa visão, deve-se propor uma abertura para a participação dos alunos, permitindo que tenham papel ativo no processo avaliativo e para que se sintam parte pensante e não apenas peça de uma engrenagem (Formação de professores do EM, etapa I - caderno VI, 2013, p. 21). 

Se bem que deva haver um ponto de partida, ou seja, o conhecimento que o professor tem, e está aí uma de suas funções principais, a linha de chegada deve ser cruzada pelos próprios alunos, ou seja, através de suas leituras próprias do conteúdo transmitido, com o exercício do senso crítico e interpretações/reelaborações à partir de suas experiências pessoais. Nesse sentido o professor aparece como mediador e não como mero transmissor. 

Afinal, basta um olhar, por exemplo, sobre as tecnologias disponíveis e a infinidade de informações que estão ao alcance dos alunos (com a internet, para citar um exemplo mais atual). Enquanto explicamos algo ou passamos algumas informações, não é raro ouvirmos hoje em dia alguns perguntarem, “professor, eu encontro isso em que site?” ou “tem no Youtube?”. Está aí um momento importante para a mediação, onde o professor precisa, de sua parte, estar atualizado com o que está disponível no cyber espaço – ainda que isso ocorra de forma limitada, pois também não damos conta de tudo e nem essa deve ser nossa pretensão. Mas, se tivermos materiais a indicar, coisas que sejam relevantes e que tenham procedência, criaremos um vínculo, direta e indiretamente, que vai além da sala de aula.

É aí entra uma outra polêmica: como mudar a consciência existente e persistente de professores que se sentem como seres soberanos, que sempre esperam ser as únicas vozes ativas na sala de aula, figuras máximas, sentada em seus tronos e usando do que sabem como uma espécie de cetro de poder? Por outro lado, como poderemos abrir caminho para novas práticas sem perder a autoridade mínima e necessária para o bom andamento das aulas? 

No que diz respeito ainda ao tipo de avaliação, lançamos alguns outras questões a serem pensadas a respeito do ato de avaliar, tais como: o que esperar em uma avaliação? O que importa que os alunos façam realmente, decorar ou percorrer seus próprios caminhos através do conhecimento? As avaliações tradicionais tem dado conta de humanizar o ensino (especialmente o Médio) e formar cidadãos conscientes? Quais seriam então as possíveis novas formas de avaliar? 

Quando encontrarmos respostas satisfatórias para essas e outras tantas perguntas poderemos seguir a proposta feita no Caderno 6, Etapa 1, do PNEM:

consolidar uma nova cultura de avaliação, associada ao sucesso de todos os alunos, vinculada ao trabalho coletivo e ancorada em técnicas, instrumentos e procedimentos pelos quais cada aluno seja avaliado em relação a si mesmo e, simultaneamente, em relação aos colegas, fixados os critérios de um resultado satisfatório para todos (2013, p. 20).

Outra postagem que pode interessar a vocês é sobre os grêmios estudantis, clique aqui para ler. 


Dica de livro:
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Referências

FORMAÇÃO DE PROFESSORES DO ENSINO MÉDIO, etapa I - caderno VI: avaliação no ensino médio / Ministério da Educação, Secretaria de Educação Básica; [autores: Ocimar Alavarse, Gabriel Gabrowski]. – Curitiba: UFPR/Setor de Educação, 2013.

LEÃO, Denise M. M.. Paradigmas contemporâneos de educação: Escola Tradicional e Escola Construtivista. in Cadernos de Pesquisa, nº 107, julho/1999.

SAVIANI, D.. História das ideias pedagógicas no Brasil. Campinas, SP: Autores Associados, 2007.

SAVIANI, Demerval. A história das idéias pedagógicas no Brasil (1759-1932). Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=LL_W-F1t2A8 (Vídeo), consultado em 20/11/2014. 

SILVA, Ana Paula da. O embate entre a Pedagogia Tradicional e a Educação Nova: políticas e práticas educacionais na escola primária catarinense (1911-1945). in Anais da IX ANPED SUL, 2012.

* Originalmente postado em 21/fev/2015.


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sábado, junho 15, 2019

SUPER PROMOÇÃO! Para Além do Diário de Anne Frank por R$17,09!



Essa semana nós lembramos do aniversário de nascimento e o primeiro dia em que Anne Frank escreveu em seu famoso diário (12 de junho). Agora temos uma promoção do livro Para Além do Diário de Anne Frank, escrito a partir dos depoimentos de quem conviveu com ela. O livro se encontra a R$17,09!

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Você sabia que pouco se conhece sobre como foi escrito o famoso diário de Anne Frank? A corajosa e persistente menina resistiu à dura realidade de seus dias de confinamento, escrevendo em folhas soltas, desordenadas, com o que lhe caísse às mãos. E como Anne e os outros clandestinos se alimentavam? Como Anne recebeu os papéis para contar ao mundo sobre o horror da perseguição aos judeus durante a Segunda Guerra Mundial? 

Fotos inclusas no livro

Este livro foi feito com os depoimentos de quem conviveu com Anne Frank, com os documentos da época. Aqui, o dia a dia de Anne é recuperado, sob os nossos olhos, como se estivéssemos vivendo junto e aprendendo, com a coragem e a esperança que ela nos ensina, a acreditar na construção de um mundo melhor.

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quinta-feira, junho 13, 2019

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Publicada em 1975, esta coletânea do consagrado intelectual francês Roger Bastide reúne conferências, ensaios e artigos de diferentes momentos da trajetória do autor. As análises dos mitos, dos sonhos, da possessão, entre outros, encontram-se articuladas pela idéia de um "sagrado selvagem", aquele que escapa ao controle das instituições religiosas, e que se encontra nas artes, nos sonhos, nos movimentos revolucionários e nas mitologias modernas. 

A importância e atualidade da obra de Bastide podem ser aferidas pela republicação de seus livros, na França e no Brasil, assim como pelo interesse renovado dos estudiosos. No Brasil, ele foi responsável pela formação de nomes importantes da sociologia (Florestan Fernandes e Maria Isaura Pereira de Queiroz) e crítica literária (Antonio Candido e Gilda de Mello e Souza).


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quarta-feira, junho 12, 2019

Sobre Preconceito | José A. Fernandes





O mundo vive tempos extremos, onde se fazem presentes novas ondas de xenofobia, algo que está em alta tanto na Europa e como no Brasil. Por isso, pensar sobre "preconceito" é preciso.

Essa é uma questão complicada e muitas vezes delicada, mas precisa ser pensada. Como em tudo na vida, ela traz mais questões do que respostas, mas precisamos ter algumas certezas, ainda que transitórias.

Muitos sabem, outros não, que os preconceitos não são inatos, ou seja, não nascemos COM as pessoas - assim como as imperfeições comportamentais da humanidade também não. Por isso, podemos pensar que eles não sejam parte de um conceito ou característica dados a priori, mas de algo construído socialmente, ainda que se sobreponha a fácil generalização, a pouca clareza da compreensão da diferença

O que podemos pensar é que não partimos do nada, não pegamos a informação sem nenhum amparo em experiências sociais anteriores, estando ligados diretamente ao grupo (ou grupos) ao qual fazemos parte. Não olhamos para algo que nos é "estranho" e criamos uma definição pejorativa como quem tem uma epifania, por isso mesmo sendo um "pré-conceito", buscando nos "desenhos" já prontos, nas nossas "experiências", elaborar a nossa visão sobre o que nos é apresentado.

Em sentido contrário, mas complementar, isso vai ao encontro do que nos disse Rousseau há séculos: "O homem nasce bom, mas a sociedade o corrompe". Isso tem muito de verdade, embora a "bagunça" do Ser Humano seja tão grande atualmente que isso acabe sendo deixado de lado, nos perdendo em definições generalizantes, longe das especificidades de que são compostas as diversidades. 

Muita gente, como em tempos não muito atrás o então relator 
questão da redução  da maioridade penal - tema que vai e volta aqui no Brasil -, o deputado Laerte Bessa (PR-DF), preferia defender que crianças com tendências criminosas "não fossem autorizadas a nascer", o que, traduzindo, queria (e pra muitos ainda quer) dizer que bandido nasce "bandido" e mocinho, nasce "mocinho" - pensamento que também não é nenhuma novidade, sendo antes resquício de tempos em que se buscava definir as "raças" e suas características peculiares. Nada mais falso, se levarmos em conta que o homem é um ser social e construído pelo e através do seu meio; não é um ser "natural", que já nasce "pronto", caracteristicamente definido.


Desenho eugênico, procurando demonstrar a diferença "original" entre as "raças"

Mas, ainda sobre isso, se pegarmos o caso da África do Sul e aplicarmos a fala do senhor Bessa, teríamos um preconceito às avessas, ou seja, os "brancos", ingleses sobretudo, seriam todos ruins (generalização), pois invadiram um espaço "negro" e aos negros impuseram uma realidade cruel e exploradora (essa parte é verdade), exemplo do Apartheid - o que poderia ser igualmente aplicado à Índia, aos países do Oriente Médio e lugares e momentos históricos ad infinitum. Mas, em relação especificamente à África do Sul, o que vimos, ao contrário de uma reação vingativa contra o outro invasor e malfeitor, o da "raça ruim", Nelson Mandela pediu que seus compatriotas negros esquecessem o que haviam passado - ele mesmo "esquecia" seus 27 anos de injusta prisão - e buscassem construir um país habitável tanto para negros como brancos, dando assim um nó no preconceito e não - falsa - ideia de raças diferentes.

O que isso nos mostra em relação ao preconceito, senão que quem usa a desculpa dos "defeitos inatos" ou a condenação original e imutável - como fazia um "nobre" deputado ao falar sobre os míticos filhos de Cã e sua maldição bíblica, coisa que não vale a pena rememorarmos por ora -, pega informações da sociedade em que está inserido e usa em favor de um grupo dominante, que, por sua vez, possui a visão moral hegemônica. 

Além disso, penso que os exemplos que vimos dando mostrem que, quando se age com preconceito, em parte se age como a criança - ou outra faixa etária qualquer que não "evoluiu" mentalmente - que quer atenção e por isso age de acordo com o grupo social. Mesmo que no fundo sinta que não pensa exatamente como ele, mas fica bloqueada, por vezes, pelo medo da rejeição, assim como rejeitam o que é diferente. Traduzindo, diríamos que o deputado Bessa, citado acima, é um "produto" do seu meio e dos anseios do mesmo. 


Mas, a outra parte da coisa nos leva a pensar na maneira como nos apropriamos disso e que, se admitimos algo parecido com "livre arbítrio", devemos imputar culpa aos que promovem práticas racistas - pautadas em preceitos religiosos ou não. Isso porque, muitos recriam os preconceitos recebidos e repassam em novas formas e com novos elementos, o que acaba perpetuando ideias crueis herdadas de uma forma "inovadora". 



Crianças "sortudas" que sobreviveram ao extermínio promovido pelos nazistas em Auschwitz

Foi assim quando fiz uma pesquisa com alguns adolescentes em Dourados, Mato Grosso do Sul, e muitos deles diziam que os índios do Brasil são todos "vagabundos", "bêbados" e "malandros". Muitos diziam isso mesmo sem nunca terem visto algum índio ou mesmo, se os viram, sem fazerem uma avaliação das informações preconcebidas que herdaram, inclusive de seus professores, tendo uma atitude irrefletida que poderá virar algum tipo de militância "fascista" - e tem virado mesmo, como pode ser facilmente notado por onde quer que olhemos. 

Em alguns casos ainda, ter preconceito acaba sendo uma resposta ao medo de ser visto como o diferente que lhe é apresentado e que rejeita (ex. lésbicas, gays, etc.), criando desculpas para manter distância ou mesmo perseguir o que lhe incomoda, como vemos ao longo dos últimos séculos em eventos e teorias, tais como: o "dia da raça"; as ideias do "darwinismo social", que foram muito influentes no Brasil de fins do século XIX e começo do XX; o "extermínio dos incapazes e desnecessários", exemplo especial do nazismo na Alemanha; a exclusão sistemática e mesmo legal dos desiguais, como fizeram - e ainda fazem - os seguidores de seitas como a Ku Klux Klan nos EUA; a luta contra os "invasores", que roubam empregos e afetam negativamente as economias locais, coisa muito atual em qualquer canto do mundo com um pouco mais de recursos, mas especialmente nos países desenvolvidos; etc, etc, etc..


Cena do filme "O Nascimento de uma Nação", de D.W Griffith, onde os membros da Ku Klux Klan aparecem como "mocinhos".

Claro que, muitos terão seus pontos de vista e discordarão de pontos que foram apontados nesse texto, mas isso faz parte quando se trata de refletir sobre si mesmo e sobre os outros. O que não pode acontecer é tomarmos o preconceito enquanto "verdade", o senso comum enquanto fonte de "conhecimento" e a "realidade" que nos interessa como se fosse universal. Precisamos entender o mundo como as diferenças que se complementam e que não devem se repelir, se excluir e se combater.

E se, enfim, voltando a Rousseau, a parte das pessoas que ainda tem algo de bom e quer ver uma humanidade mais justa e compreensível, mais "igual", precisa pensar mais, ler mais, refletir mais, criticar mais, e viver de forma menos conservadora e mais inclusiva. E, claro, torcer para a parte que já tem o "mau" como constância resolva olhar para o mundo com olhos diferentes - o que acho bem difícil -, ou ao menos seguir o "contrato social" que tanto pedem como civilizados que são.

Dica de livro:

 o espetáculo das raças livro
de Lilia Moritz Schwarcz 
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Sugestões de leitura:

- Jean-Jacques Rousseau - Discurso Sobre a Origem e os Fundamentos da Desigualdade Entre os Homens.


- Jean-Jacques Rousseau - Do Contrato Social.


* Imagem do topo montada a partir de foto de um barco de pesca com 85 imigrantes que desembarcaram no porto de Los Cristianos, nas Ilha Canária de Tenerife, Espanha, em 2006. (Foto original de Arturo Rodriguez, AP).


** Postado originalmente em 6/set./2015.

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Com todos os avanços tecnológicos, uma erupção vulcânica ainda é um fenômeno natural sem o menor controle. E, portanto, aterrorizante. POMPÉIA, de Robert Harris identifica um dos medos mais viscerais do ser humano e o transforma em ficção. Em um romance eletrizante, que arrancou elogios da crítica britânica e chegou ao primeiro lugar na lista de mais vendidos do The Sunday Times, Harris brinca com nosso conhecimento do destino da cidade. Mais do que o fim, o que interessa aqui é como a história é contada.


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 Alex Butterworth

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 Ray Laurence

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terça-feira, junho 11, 2019

Netflix libera o clipe de Hard Rain como esquenta do novo documentário de Bob Dylan!




Como "esquenta" de seu novo documentário sobre Bob Dylan, Netflix libera a música Hard Rain da incrível turnê de 1975. Assista!



Se estiver recebendo por e-mail, clique aqui para assistir!


No Direction Home
2 DVDs Deluxe Edition
livro raul seixas

A letra da música:

Oh, where have you been, my blue-eyed son?
Oh, where have you been, my darling young one?
I've stumbled on the side of twelve misty mountains
I've walked and I've crawled on six crooked highways
I've stepped in the middle of seven sad forests
I've been out in front of a dozen dead oceans
I've been ten thousand miles in the mouth of a graveyard
And it's a hard, and it's a hard, it's a hard, and it's a hard
And it's a hard rain's a-gonna fall

Oh, what did you see, my blue-eyed son?
Oh, what did you see, my darling young one?
I saw a newborn baby with wild wolves all around it
I saw a highway of diamonds with nobody on it
I saw a black branch with blood that kept drippin'
I saw a room full of men with their hammers a-bleedin'
I saw a white ladder all covered with water
I saw ten thousand talkers whose tongues were all broken
I saw guns and sharp swords in the hands of young children
And it's a hard, and it's a hard, it's a hard, it's a hard
And it's a hard rain's a-gonna fall

And what did you hear, my blue-eyed son?
And what did you hear, my darling young one?
I heard the sound of a thunder, it roared out a warnin'
Heard the roar of a wave that could drown the whole world
Heard one person starve, I heard many people laughin'
Heard the song of a poet who died in the gutter
Heard the sound of a clown who cried in the alley
And it's a hard, and it's a hard, it's a hard, it's a hard
And it's a hard rain's a-gonna fall

Oh, who did you meet, my blue-eyed son?
Who did you meet, my darling young one?
I met a young child beside a dead pony
I met a white man who walked a black dog
I met a young woman whose body was burning
I met a young girl, she gave me a rainbow
I met one man who was wounded in love
I met another man who was wounded with hatred
And it's a hard, it's a hard, it's a hard, it's a hard
It's a hard rain's a-gonna fall

Oh, what'll you do now, my blue-eyed son?
Oh, what'll you do now, my darling young one?
I'm a-goin' back out 'fore the rain starts a-fallin'
I'll walk to the depths of the deepest black forest
Where the people are many and their hands are all empty
Where the pellets of poison are flooding their waters
Where the home in the valley meets the damp dirty prison
Where the executioner's face is always well-hidden
Where hunger is ugly, where souls are forgotten
Where black is the color, where none is the number
And I'll tell it and think it and speak it and breathe it
And reflect it from the mountain so all souls can see it
Then I'll stand on the ocean until I start sinkin'
But I'll know my song well before I start singin'
And it's a hard, it's a hard, it's a hard, it's a hard
It's a hard rain's a-gonna fall

Compositores: Bob Dylan
Letra de A Hard Rain's A-Gonna Fall © Sony/ATV Music Publishing LLC, Audiam, Inc

Saiba mais sobre o documentário, clique aqui!

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