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domingo, setembro 20, 2020

Mocambos, quilombos e quilombolas | José A. Fernandes




Um vídeo curto pra falar sobre mocambos e quilombos, as formas que eles assumiram ao longo da história, as fugas, as lutas e a resistência de escravos, assim como também sobre as comunidades remanescentes atuais!


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sábado, setembro 19, 2020

O que eu achei do Kindle? | José A. Fernandes




Há algum tempo comprei um Kindle e, depois de algumas leituras, quero falar o que achei dele pra vocês!

Eu sempre preferi (e continuo preferindo) ler o livro físico, como muitos de vocês devem fazer também. Gosto do cheiro do livro, de manusear, de "sentir" a leitura. Mas, nesses tempos de multimídias, resolvi aderir ao Kindle, já que eu tinha muitos e-books no computador e muito pouca vontade de ficar lendo em sua cansativa tela.


Foi o que me levou a comprar um Kindle: a esperança de ler o que já tinha acumulado e que ainda poderia acumular de livros e textos, de forma mais confortável e, o principal, portátil. Há quem diga que atualmente podemos levar uma biblioteca para qualquer lugar que formos e lermos em qualquer momento. Podemos ler no ônibus, enquanto esperamos na fila do banco, antes de reuniões e por aí as possibilidades se multiplicam. 

Nada é mais verdade nesse mundo cyberespacial do Kindle. Com ele é possível enviar quase 500 mil e-books apenas em sua versão de 8 giga (multiplique isso na versão de 32Gb)! Mas, nisso há uma importante limitação: os livros não podem ter mais que 50 megabytes. Não é possível enviar um arquivo maior para o seu aparelho. Isso é um problema quando o livro foi escaneado ou quando ele tem muitas imagens. A solução que eu encontrei nesse caso foi usar algum programa para dividir o e-book em partes menores, o que não chega a ser um grande inconveniente - a menos que você não saiba como fazer isso.

Já em relação à comodidade, a vantagem é enorme. A tecnologia antirreflexo, com luz embutida, utilizada em todos os modelos de Kindle impede que a tela canse a vista depois de algum tempo. Nos últimos dias eu tenho ficado um bom tempo lendo nele, sem que isso estresse minha vista ou provoque algum dano por luz intensa refletindo direto. Outra vantagem é que o modelo Paperwhite e o Oasis são a prova d'água. Ou seja, você pode sentar na banheira, colocar uma música suave de fundo e ficar lendo; se ele cair por acidente, você tem até 60 min para tirá-lo da água (risos)!

No dispositivo é possível aumentar ou diminuir o tamanha da letra, fazer anotações, buscar num dicionário ou no Wikipédia e sublinhar partes importantes. Outra coisa que achei legal é que é possível colocar em "modo noturno". Isso deixa mais confortável em alguns ambientes. De qualquer forma, seja físico ou lendo no Kindle, é sempre importante ter luz adequada, para evitar outros problemas na vista.  


O Kindle é um dispositivo bem direto no que se propõe: ele é feito para leitura! Então, dentre as suas funções você só vai encontrar o necessário para esse objetivo. Não há como instalar outros aplicativos, além das funções que ele já tem - a não ser alguns dicionários ou coisas do mesmo tipo. Ele acessa a internet (inclusive para poder buscar e comprar no shop de e-books da Amazon), mas não há navegador e nem é possível fazer outra coisa que não seja relacionada à leitura.



O dispositivo aceita o formato MOBI, oficial do Kindle, além de PDF, documentos do Word, ePubs e imagens em alguns formatos. Esses arquivos precisam ser enviados para um e-mail particular do dono do Kindle que é fornecido pelo Kindle e fica disponível na sua conta no site da Amazon (por ex.: fulano_de_tal@kindle.com). Ao mandar um arquivo é possível pedir para o Kindle converter para o formato oficial MOBI: você pode mandar um arquivo Word, por exemplo, e pedir para ele converter para Kindle. Mas aprendi que é melhor testar o arquivo no formato original antes, porque às vezes ao converter ele deforma alguma coisa ou mesmo fica ilegível.

Você também pode comprar e-books pelo site Amazon e receber diretamente no dispositivo. Outra possibilidade, claro, é comprar pela Loja Kindle que é acessada diretamente pelo dispositivo. Você escolhe o livro que quer e baixa na hora. Outra forma ainda é ficar de olho aqui no blog ou em nossos grupos, onde sempre postamos livros (físicos e e-books) em promoção! 

Existes quatro versões de Kindle: 

Kindle. Mais simples e mais em conta (R$349,00), menor (167 ppi, tela de 6 polegadas, antirreflexo), que não é à prova d'água. 
Para comprar esse modelo, acesse: https://amzn.to/3mBMNgj

Kindle Paperwhite: com valor mediano (R$499,00), com 8 Gb e 32 Gb, 300 ppi, tela de 6 polegadas, antirreflexo, à prova d'água.
Para comprar esse modelo, acesse: https://amzn.to/35QrUYR

Oasis. Versão mais cara, 300 ppi, tela de 7 polegadas, antirreflexo, , à prova d'água.
Para comprar esse modelo, acesse: https://amzn.to/35Q6Rpi

Eu comprei a versão Paperwhite de 8Gb e não creio que me falte espaço pros e-books, pelo menos não tão já!

Veja um vídeo sobre ele!


Caso tenha se interessado, por favor, considere comprar pelos links que indicamos ao longo da postagem e ajude a manter nossos projetos!
kindle a prova dagua

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sexta-feira, setembro 18, 2020

E-BOOK GRÁTIS! Dar à Luz na Sombra, de Ana Gabriela Braga e Bruna Angotti




A Editora Unesp disponibilizou de graça o importante livro Dar à Luz na Sombra,  de autoria de Ana Gabriela Braga e Bruna Angotti. Como diz o subtítulo, ele trata das condições atuais e possibilidades futuras para o exercício da maternidade por mulheres em situação de prisão! 

Este livro procura identificar necessidades, detectar entraves e elaborar estratégias para garantia do exercício de direitos materno- -reprodutivos no sistema prisional brasileiro. Por meio da observação de estabelecimentos prisionais, da realização de grupo focal com presas e de entrevistas com especialistas, as autoras puderam identificar, no fluxograma do sistema de justiça, os entraves e as lacunas que impedem detentas de terem seus direitos efetivados; mapear a percepção de mães presas do tratamento jurídico-penal-social que lhes é concedido e granjear suas propostas para realização do exercício da maternidade na condição adversa em que se encontram. 

Como resultado da pesquisa, foram elaboradas trinta propostas sobre desencarceramento, convivência familiar e fluxo do sistema de justiça, se não para diminuir a população prisional feminina, pelo menos para reduzir as violações de direitos e as consequências do aprisionamento. Assim, este livro busca contribuir para o desenvolvimento e a divulgação da pesquisa empírica em Direito e para os avanços na defesa dos direitos de mulheres e crianças encarceradas no Brasil.

🔎 Onde baixar o livro?



Assista ao vídeo sobre Liberdade!

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Participe do nosso MINICURSO no Diálogos sobre História! Saiba mais! PRAZO EXTENDIDO!




O prazo para participação o nosso minicurso do evento Diálogos Sobre História da UFPR foi prorrogado! 




O evento Diálogos sobre História - Ciclo de Minicursos Online da UFPR, consistirá em minicursos das mais variadas temáticas relacionadas à História. Num primeiro momento eles ficariam disponíveis no período de 03/09 a 30/09, mas o prazo final foi prorrogado para 18 de outubro.

O Instituto Nacional do Mate e a Erva-mate Brasileira

Nosso minicurso trata sobre a história do Instituto Nacional do Mate e sua ação sobre a economia da erva-mate no Brasil entre os anos 1938 e 1967. O que incluirá reflexões sobre a história de Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul e antigo sul de Mato Grosso. Para isso, falaremos de história econômica, aspectos sociais e culturais, e a situação do mate ao longo desses anos, desde as expectativas criadas em 1938 até a década crítica de 1960!

Os PARTICIPANTES podem fazer suas inscrições até 15 de setembro!



livro práticas de pesquisa
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Assista ao vídeo Cidadania - ontem e hoje!

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Martin Luther King - último discurso (1968) [legendado]




Assassinado em Memphis, Tennessee, EUA, 4 de abril de 1968, nesse vídeo ele faz o que seria seu último discurso. Independente do aspecto religioso, a importância social que King teve e a maneira como ele liderou um movimento contra o racismo, fazem as reflexões continuarem vivas até hoje!



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quinta-feira, setembro 17, 2020

LANÇAMENTO! A Educação Democrática e as Contribuições dos Projetos Escolares, Jussara Prates



Acaba de ser lançado pela Dialética o livro A Educação Democrática e as Contribuições dos Projetos Escolares, de Jussara Prates. 

O livro tem o objetivo de contribuir com o debate acerca da gestão democrática, assunto que está continuamente em pauta nas instituições educacionais.

As mudanças na sociedade exigem constantes inovações e adaptações nas práticas educativas. Os estudantes precisam exercitar múltiplas perspectivas e pontos de vistas interessantes sobre assuntos importantes que afetam as suas vidas. Às vezes, esses assuntos podem ser controversos e divergentes. 

Porém, aperfeiçoar a sociedade requer acolher as controvérsias, em busca do bem comum e do consenso, para que os cidadãos consigam se engajar em um diálogo democrático e trabalhar juntos rumo à compressão e promulgação das decisões políticas o mais sensatas e democráticas possível.

Este livro foi idealizado, a partir da análise de dados, de estudos, pesquisas realizadas sobre gestão democrática e sobre as possibilidades de ensino através do desenvolvimento de projetos pedagógicos. Objetiva contribuir com o debate acerca da gestão democrática, assunto que está continuamente em pauta nas instituições educacionais. Direcionando ao desenvolvimento de projetos pedagógicos como uma alternativa de aproximação entre o desejo de uma educação/gestão democráticas com as ações conjuntas de professores, alunos, gestores, comunidade escolar e transformação social. 

Espera-se que os leitores possam encontrar nas suas páginas inspiração para desenvolver suas atividades de forma transformadora..

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Assista ao nosso vídeo sobre Redação!

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quarta-feira, setembro 16, 2020

O que você precisa saber para entrar na Pós-Graduação pública! | José A. Fernandes




Você pensa em fazer pós-graduação em instituição pública no Brasil? Quer entrar no mestrado ou doutorado, mas tem dúvidas ou não sabe o que fazer? Sabe de alguém que pretende fazer? Com algumas dicas e orientações gerais, espero que essa postagem ajude! 

Eu tenho alguns amigos que sempre dizem, "eu vou fazer mestrado José, o que eu faço?", "não sei por onde começar", ou "preciso saber o que devo fazer pra entrar num mestrado público"... Bom, as respostas que sempre dou e que seguem nessa postagem talvez não sejam de todo novidade, ainda mais se você fez universidade pública ou algum tipo de iniciação científica. Também não devem ser tão novas para quem fez bacharelado. Ainda, para quem já fez mestrado em uma instituição do tipo... Mas, espero que ajude especialmente nos demais casos: de quem estudou em instituições particulares; de quem nunca fez iniciação científica; ou mesmo de quem fez licenciatura. 

Enfim, seguem algumas dicas e passos que quem quer fazer mestrado/doutorado precisa saber para entrar na pós-graduação em universidades e demais instituições de pesquisa públicas. Ah, antes que eu esqueça, quando se fala em mestrado e doutorado, falamos em pós-graduação Stricto sensu, ok!? Pós do tipo que chamamos de "especialização" é Lato sensu. Nos dedicamos aqui ao primeiro caso. Deixemos a especialização para uma outra postagem.

Projeto. Primeiramente, ninguém vai a lugar nenhum quando se trata de pesquisa sem um projeto. Na pós-graduação ele é tão fundamental quanto ter que planejar as contas de casa todo mês, por exemplo, ou ainda bolar um roteiro de viagem. Quando você pensar em entrar no mestrado/doutorado vai precisar de um projeto. E é aí que você vai ter que estar atento ao ponto seguinte, orientador. Mas, ainda em relação ao projeto, você tem que entender que isso depende da região que se queira fazer, das limitas de pesquisa dos programas que mudam de acordo com o estado da Federação ou ainda com os limites impostos pelo acesso às fontes. Inclusive limites financeiros do pretendente, que deve ter em mente que não poderá estudar história da Grécia, por exemplo, sem ter dinheiro para ir para a Europa. Não adianta querer estudar história medieval numa universidade da Amazônia, se não tiver como conseguir as fontes para isso - mesmo com toda facilidade que a internet oferece, ainda há a necessidade de se deslocar em muitos casos.

Orientador. Ninguém faz pós-graduação sem orientador. Isso é uma regra geral em todos os programas de pesquisa. Daí as formas de conseguir um variam, mas geralmente pode-se participar de eventos científicos e tentar descobrir professores/pesquisadores que tenham afinidade com o que você pretende estudar e que estejam credenciados no programa que você quer ingressar. Em alguns casos, felizmente ou infelizmente, será preciso se "sujeitar" aos temas que ele oferecer ou sugerir. Identificado o "alvo", cabe ao pretendente tentar uma aproximação, mandar e-mail, pedir alguma opinião e, claro, sugerir que ele te de orientações prévias (inclusive na elaboração do projeto de pesquisa) e que se comprometa, se passar na seleção de mestrado/doutorado, ele te oriente. 

Em alguns programas o orientador só é conhecido depois de algumas fases terem sido passadas (ex.: prova escrita, de línguas, etc.). Em outros - como o que eu fiz na USP -, o orientador é a parte mais importante do processo e precisa estar definido e de acordo mesmo antes das outras fases. Aqui ele precisa estar ciente que você está fazendo a seleção e o seu ingresso depende dele aceitar a orientação.

Prova escrita. Além dos pontos anteriores, evidentemente, se espera que o aluno tenha conhecimento geral da bibliografia da área ou linha de pesquisa em que queira entrar. Por isso, quase sempre, é feita uma prova para aferir os conhecimentos do pretendente, sobre métodos e fontes; como ele lida com a escrita dos temas próximos à linha pretendida e quais os argumentos ele usa. 

Nesse caso, há sempre uma bibliografia sugerida, com base na qual deverá o pretendente dissertar.

Prova de línguas. Além da prova escrita de conhecimentos, o aluno se submeterá à uma prova de língua estrangeira. Trata-se nesse caso de uma segunda língua, que geralmente é o inglês ou o espanhol, mas que pode também ser o francês, o alemão ou qualquer outra que tenha a ver com o programa pretendido - em alguns programas de Letras, por exemplo, a prova pode ser em latim. 

Interessante dizer que se o aluno tiver mestrado, quando fez prova em uma segunda língua, para a seleção do doutorado deverá fazer em uma terceira. Ou seja, se fez em inglês no mestrado, poderá optar pelo espanhol ou outra qualquer na seleção do doutorado.

Outra coisa é que a forma da prova de línguas geralmente varia. O conhecimento não tem que ser relacionado com a fluência, mas sim com a proficiência, ou seja, como o futuro aluno será capaz de ler na segunda língua escolhida. Por isso, as provas geralmente são com um texto em língua estrangeira a ser traduzido ou interpretado. Essa prova objetiva mostrar que o aluno será capaz de ler fontes nessa língua.


Currículo. Outro ponto fundamental para quem quer entrar na pós-graduação é o currículo. Ter produção na sua área é fundamental para que o futuro orientador e os avaliadores saibam qual a sua afinidade e o quão você está habituado/preparado para fazer o que se propõe. Dá um indício de que você levará sua pesquisa até o fim. No Brasil, como muitos de vocês devem saber, isso acontece por meio da Plataforma Lattes, do CNPq, onde constam eventos participados, apresentações de trabalhos, publicações em geral e por aí vai. Quanto melhor o currículo, melhor a classificação no processo seletivo - mas, claro, depende também da soma com os demais fatores.

Enfim, tendo orientador, aprovado na prova escrita e na de línguas, com o currículo em dia, só precisa ver a colocação entre os candidatos participantes. Se estiver dentro do limite de vagas, pronto, você fará pós-graduação em uma instituição pública. 

Claro que depois de passar haverão outras preocupações: tais como o incentivo à ciência e à pesquisa no país; se vai ter bolsa ou não; se seu orientador vai corresponder às expectativas e por aí vai... Mas aí já são "outros quinhentos"! Aliás, por falar nisso, se quiser um desabafo de um pós-graduando no Brasil, clique aqui e leia nosso texto.

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Você pode adquirir a versão impressa ou, se preferir, pode ter acesso à esse e tantos outros por meio de um Kindle. Como esse da foto abaixo, que agora é à prova de água! Clique aqui para saber mais!
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Assista ao nosso vídeo sobre Guerra Fria!
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* Originalmente postado em 23/jan/2020

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terça-feira, setembro 15, 2020

Micro-Bios # 6 - Amy Winehouse | José A. Fernandes




Dona de uma voz incrível, Amy Winehouse deixou uma marca inegável na música do século XXI. Aqui apresento pra vocês uma biografia sincera, com seus altos e baixos, do início ao fim!


Assista:
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 livro amy
Amy, minha filha
Micht Winehouse
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Outra forma de nos apoiar, é comprando pelos links que indicamos abaixo. Como a lista de itens abaixo, que eventualmente podem te interessar:

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segunda-feira, setembro 14, 2020

DOCUMENTÁRIO: "Os Caipiras", Antonio Candido



Se tinha um intelectual que entendia do assunto, esse era Antonio Candido. Nesse vídeo exibido pela TV Cultura ele fala do campo, dos costumes, dos aspectos da língua e demais elementos culturais que constituem o caipira!


Se estiver recebendo a mensagem pelo e-mail, clique aqui para assistir 

Caso queira ler o principal livro escrito por Antonio Candido sobre os caipiras, recomendo o livro Os Parceiros do Rio Bonito, que aliás foi sua tese de doutorado de 1954.

Ao pesquisar o cururu, dança cantada típica do estado de São Paulo, Antonio Candido percebeu que suas diferentes versões correspondiam a tempos sociais distintos, além de observar os problemas normalmente enfrentados na vida rural. 

Entre 1947 e 1954, trabalhou por curtos períodos em diferentes municípios paulistas, chegando a morar em um agrupamento rural em Bofete, chamado Rio Bonito. Interessado nas transformações que fatores como o latifúndio e a crescente urbanização provocavam na sociabilidade e na cultura caipiras, Candido estendeu o estudo da teoria literária e do folclore para a sociologia, concentrando-se nos parceiros rurais, que representam um aspecto menos estabilizado e íntegro na vida social e econômica do homem do campo, mas ainda se prendem à cultura tradicional, a fim de através deles analisar a ação exercida pelas novas condições de vida.

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Conheça também nossa série de contos sobre o Zé Butina, o caipira paulista!



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