Identidade 85 ::

ATIVIDADE

Desenho + Texto explicativo + Concurso | José A. Fernandes

ARTIGO:

1979, o ano em que Mato Grosso do Sul teve 3 governadores | Wagner Cordeiro Chagas

domingo, agosto 25, 2019

Minha Coleção de ELVIS | PARTE 4 | Anos Finais (1976-1977) [Jose A Fernandes]




Eis mais um vídeo pra falar sobre minha coleção! Dessa vez dedicado aos últimos anos de Elvis e suas gravações oficiais daquele momento. Como acréscimo, falo também sobre uma revista lançada logo após a morte de Elvis.

LP From Elvis Presley Boulevard, Memphis Tennessee, 1976
LP Moody Blue, 1977
CD Moody Blue, 1990
CD Moody Blue, 2000 (edição especial) 
CD Elvis In Concert, 2007
Revista Manchete, especial de setembro de 1977


Se estiver recebendo a mensagem pelo e-mail, clique aqui para assistir


Se procura itens de ELVIS com preços promocionais, clique aqui ou na foto abaixo!  clique para ir! 



* Originalmente postado em 21/ago./2019.

Compartilhe:

sábado, agosto 24, 2019

Especial 30 anos sem Raul | Caminhos da Reportagem - TV Brasil




Em 21 de agosto completaram-se 30 anos da morte de Raul Seixas, o eterno Maluco Beleza. Por isso, como uma homenagem nossa, compartilhamos com vocês um ótimo especial feito pela TV Brasil. 

É uma ótima oportunidade de conhecer mais sobre o Pai do Rock brasileiro, através de cenas de sua vida e entrevistas com pessoas que conheceram ele muito bem.


Se estiver recebendo a mensagem pelo e-mail, clique aqui para assistir

Se procura itens de Raul Seixas com preços promocionais, clique aqui ou na foto abaixo!  clique para ir! 

 raul seixas


Compartilhe:

quinta-feira, agosto 22, 2019

LANÇAMENTO! História da Amazônia, de Márcio Souza




Acaba de ser lançado o livro História da Amazônia, de Márcio Souza. A Amazônia é um tema sempre urgente, mas que recebe pouco espaço e destaque nas Ciências Humanas, por isso esse livro vem pra ajudar a suprir uma necessidade! 

O livro definitivo sobre a história da Amazônia do período pré-colombiano aos dias atuais, por um dos autores que melhor interpretou a região. A Amazônia, que desde sempre atraiu viajantes e exploradores como um local desconhecido e misterioso, ocupa um lugar privilegiado na obra de Márcio Souza. Unindo suas perspectivas de sociólogo, historiador e crítico literário, ele se dedicou à tarefa de registrar esta História da Amazônia, abrangendo a totalidade de um território geográfico e histórico que se revela coerente em sua diversidade. 

Cobrindo desde o período pré-colombiano até os dias atuais, Márcio Souza trata de aspectos geográficos e antropológicos, valoriza a pluralidade étnica e vai além de favorecer a compreensão de um povo em sua dimensão geopolítica e cultural. Com esta obra, o autor não apenas preenche uma lacuna bibliográfica, mas reafirma a importância do resgate da memória da Amazônia, buscando aguçar o pensamento crítico dos leitores.

🔎 Onde comprar?

Amazon - https://amzn.to/2ZeYNaz (opção mais em conta)

Submarino - http://acesse.vc/v2/233336184d5


Travessa - http://acesse.vc/v2/233eea44d20

* compre pelos links indicados e ajude a manter nossos projetos!


Clique aqui!

Márcio Gonçalves Bentes de Souza (Manaus, 4 de março 1946) é um jornalista, dramaturgo, editor, roteirista e romancista brasileiro.

 Marcio Souza Amazonia

É do mesmo autor o livro Amazônia Indígena, de 2015.

 Amazônia Indígena

Para outros livros do mesmo autor, clique aqui!

Assista a uma entrevista de Márcio Souza ao Roda Viva

Se estiver recebendo por e-mail, clique aqui para assistir.

Compartilhar: 

sábado, agosto 17, 2019

SÉRIE: Os Últimos Czares [resenha] | José A. Fernandes




A Netflix lançou em julho desse ano Os Últimos Czares, uma mini-série muito boa mas que, ao mesmo tempo, merece algumas palavras a respeito.

A produção é ótima, a fotografia é muito interessante, o elenco faz um trabalho que vale destacar. Tudo isso para contar a história de Nicolau II, o último czar russo da dinastia Romanov, desde sua coroação em 1894 até sua execução em 1918. 

A série meio ficção meio "verdade" segue uma ordem cronológica, tem um ar de documentário, intercalando uma encenação sobre a investigação a respeito da possível filha sobrevivente de Nicolau, Anastácia, com a "reconstituição" dos fatos sobre o Imperador, sua família, a revolução que aconteceu no país, a interferência de personagens históricos, sobretudo o misterioso e controverso Rasputin, até, finalmente, a execução da família real. 



A verdadeira família real

Para que a mesma ganhasse vida, contou-se a direção de Adrian McDowall (vencedor do BAFTA de Melhor Curta-Metragem por Who's My Favourite Girl?) e Gareth Tunley (também indicado ao mesmo prêmio por The Ghoul, em 2016). No elenco de atores, Ben Cartwright (de Sherlock Holmes) atua como Rasputin; Duncan Pow (de Black Mirror) como Yakov Yurovsky; Oliver Dimsdale (o Príncipe de Gales no episódio de Natal de Downtown Abbey) como Pierre. Entre os protagonistas, Susanna Herbert interpreta a imperatriz Alexandra e Robert Jack (de Gary Tank Commander) assume a pele de Nicolau II.

Para completar, seguindo modelos de produção que vêm tendo sucesso, são acrescentados depoimentos de historiadores, entre os quais especialmente de Simon Sebag Montefiore — autor do livro Os Romanovs — e Douglas Smith — que lançou há pouco tempo uma biografia de Rasputin —. Essa participação de historiadores  na minha opinião, claro , não torna a série massante, mas, pelo contrário, enriquece a produção e a torna mais viva.



Alexandra e Nicolau

Sei que você deve já estar perguntando: mas, afinal, o seriado é bom ou não é? E ele agrada a quem? 


Em resposta a essas duas perguntas, evidentemente que poderíamos fazer uma discussão filosófica, artística e estética — desnecessária aqui (rs) — sobre o que seria um "bom seriado" e mesmo sobre o que significa ser "bom" ou "ruim". Mas, como não queremos isso, podemos dizer apenas o seguinte: o seriado agrada a muitos olhares, desde de quem gosta muito de História até às pessoas que só querem ver cenários incríveis, glamour, gente rica, fina e elegante; agrada também a quem gosta de drama; ao mesmo tempo, a quem quer ver um pouco da realidade do restante da Rússia, dos excluídos, dos camponeses pobres e miseráveis. Se você é apenas um curioso descompromissado, vale a pena parar para ver os 6 episódios que focam nos últimos Romanov no poder — dá até pra maratonar, com direito a pipoca e leite quente (se ainda estiver frio na sua cidade, claro).


Bom, se era isso que você queria saber, a postagem já acabou (rs). Mas, contudo, entretanto, porém... se quer ir um pouco mais a fundo, continue lendo os parágrafos que seguem, que quero falar sobre alguns pontos que acho que são importantes.



Rasputin e Alexandra

Se você é como eu que gosta de ver os erros e defeitos das coisas, porque não se contenta com tudo perfeitinho, bonitinho, "em seus devidos lugares", o seriado tem que ser visto com cuidado. Existem incorreções e existem mesmo inverdades no seriado. Existem, enfim, pontos sensíveis, que precisam ser pensados com calma. Não vou falar de todos, mas apenas de alguns.


Entre as imperfeições mais gerais e as incorreções da série, poderíamos citar a sua "americanização", onde as falas no original são quase todas em inglês, além de os personagens demonstrarem sentimentos e formas de expressão que não são típicos dos habitantes da Eurásia em geral. Essas coisas podem parecer inofensivas para muita gente, mas não são. 


Em primeiro lugar, isso pode confundir, pode criar uma sensação de que o mundo é todo igual, de que os russos (e as centenas de povos das diferentes regiões do Império Russo) naquela época não tinham singularidades, não tinham cultura própria, não tinham tradições próprias, "eram todos como nós". Além disso, pode passar uma mensagem e criar uma representação das pessoas, identidades, comportamentos, coisas e eventos, nem sempre transparentes e/ou mesmo distorcidos. Podemos pensar conosco que os nossos "óculos" ocidentais nos permitem de fato entendê-los de uma forma que, na verdade, não condiz com o que "realmente são". Nesse ponto um erro duplo poderia ser cometido, o de olhar com os olhos de hoje (anacronismo) e o de olhar com os olhos do Ocidente. Nesse último caso, sabemos que as monarquias eram "multinacionais", que os reis da Europa tinham parentesco e que casavam com membros das famílias reais de outros países (Alexandra era alemã, por exemplo), mas isso não pode nos levar a crer que eram todos iguais. Pra entender essas últimas diferenças pode ajudar pensando o seguinte: nem meus pais e nem meus irmão são iguais a mim, quanto menos meus parentes a medida ficam em graus mais distantes.



A família real pouco antes de ser fuzilada

Agora, uma outra coisa muito importante a se perceber em Os últimos Czares é que ele é muito romanceado, as falas dos personagens principais são muitas vezes suavizadas, mesmo em momentos tensos e decisivos, o que pode desviar a atenção e distorcer alguns fatos históricos. Embora mostre os massacres promovidos voluntária ou involuntariamente por Nicolau II, com o passar dos episódios, a tendência é suavizar a sua imagem, deixando a impressão de que, no fundo, ele não teve culpa de nada, porque era influenciado ora por conselheiros da aristocracia russa, ora pelo religioso siberiano Rasputin, ora por sua mulher. Até parece em alguns momentos que o czar não tinha voz pra nada, era um completo "pau mandado". 


Embora essas impressões possam ser verdade até certo ponto, não podemos inocentar o czar — e mesmo a cúpula da família real , afinal, pelas mortes dos camponeses que foram em peso à sua coração, esperando ganhar "presentes", ou ainda dos muitos manifestantes que foram massacrados no Domingo Sangrento de 1905. Isso sem falar nos erros constantes cometidos por ele, que levaram à morte de milhões de soldados  quase sempre mal preparados, mal equipados e maltratados  desde a guerra com o Japão (1905) até os trágicos anos em que a Rússia permaneceu na Primeira Guerra Mundial (1914-1917). 



Nicolau II

Assim, independentemente do "lado" político que se assuma e das críticas que se possa fazer aos rumos e ao grau de radicalismo que as manifestações e movimentos de contestação tomaram, culminando na revolução e no controle posterior dos bolcheviques, quem tem um pouco de consciência histórica deve concordar que as ações de Nicolau e de sua corte, ignorando os apelos do povo, camponeses sobretudo, preferindo reprimi-los, por vezes severamente, quando deveriam ponderar e atender minimamente suas súplicas, levou a Rússia aos eventos que se sucederam: desde a instauração da Duma, passando pela Revolução  de 1917 até chegar à vitória dos bolcheviques na Guerra Civil - o que inclui o fuzilamento da família real. 


Mas, enfim, deixemos essas questões, que envolvem paixões e pontos delicados, para outra postagem ou mesmo para os comentários de vocês, porque acho que me delonguei demais.


 livro rasputin
Douglas Smith 

Assista ao trailer


Se estiver recebendo a mensagem pelo e-mail, clique aqui para assistir

Gostou da postagem? Então comente e compartilhe com seus amigos!

VÍDEO: 6 Dicas pra ter sucesso no ENEM e em vestibulares | José A. Fernandes




Quer saber como passar no ENEM? Quer passar no vestibular? Quer saber como ter sucesso nos estudos? Então esse vídeo é pra você! 

Se não é o seu caso, mas conhece alguém que pode precisar, ajude a espalhar. 



Se estiver recebendo a mensagem pelo e-mail, clique aqui para assistir

DICAS DE LIVROS:

Como aprender a estudar melhor - amzn.to/2K9JnBV 

Técnicas de aprender: Conteúdos e habilidades - amzn.to/2K7x0X4

Redação Excelente! - amzn.to/2ySik9d

Escrever Melhor - amzn.to/2r88XvK

Como Escrever para o Enem - amzn.to/2jgcNyu

Descomplicando A Redação - amzn.to/2JFnTbu

Redação Excelente! - amzn.to/2ratEX2

Curso Prático de Redação - amzn.to/2ji9oit

Assista também ao nosso vídeo com dicas de como estudar sem dinheiro clique para ir! 



* Originalmente postado em 6/ago/2019.
Compartilhe:

quarta-feira, agosto 14, 2019

ATIVIDADE: Desenho + Texto explicativo + Concurso | José A. Fernandes




Nessa postagem quero compartilhar com vocês uma sugestão de atividade para juntar imagem, texto, apresentação oral e ainda fazer um concurso de desenhos com os alunos!

Aqui no blog já venho apresentando outras atividades que podem ser trabalhadas pelos professores com o uso de desenhos e imagens. Hoje quero continuar nessa linha, apresentando algumas novidades e acréscimos. 

Eu trabalhei com meus alunos recentemente uma atividade avaliativa utilizando mais uma vez a elaboração de desenhos. Nos nonos anos eles tinham que escolher uma imagem para reproduzir que representasse algum evento importante da Guerra Fria. Já no oitavo ano, os alunos tinham que escolher um momento importante da Era Napoleônica. Não importava a "perfeição" do desenho, mas a dedicação em expressar o que eles viam e passar uma ideia, um conceito, uma "mensagem", com aquilo.

Além disso, pedi que eles agregassem um texto explicativo, com poucas linhas, que fosse feito de forma que eles, os alunos, entendessem. Ou seja, pedi que usassem palavras que eles dominassem, que "traduzissem" as palavras difíceis e que utilizassem uma linguagem mais simples, mais sua. Isso era importante para que fizessem um exercício de compreensão e não apenas copiassem algo de algum lugar.

Até aí, exceto pelo texto, claro, essa não difere muito de outra atividade que compartilhei com vocês onde pedi aos alunos que fizessem um desenho que "contasse uma história" sobre as trincheiras da Primeira Guerra. Além disso, o que também já havia feito antes, pedi dessa vez que eles realizassem uma votação, um concurso, tentando não revelar os nomes dos autores, para escolherem os cinco melhores desenhos, os mais caprichados. Os escolhidos ganhariam um acréscimo de nota, que poderia ser utilizado nesse trabalho ou em outras avaliações do trimestre (ou bimestre, dependendo do estado). 

A grande novidade nesse caso é que para que os escolhidos ganhassem efetivamente os pontos extras, eles teriam que fazer uma pequena apresentação sobre o desenho - coisa que os que se dedicaram ao texto não teriam muito problema em fazer. Algo simples: deveriam apenas comentar o que desenharam, quando foi, como foi, consequências daquele evento, etc..

Posso dizer que os resultados, em geral, foram positivos, tanto em relação aos desenhos/textos, como em relação às apresentações. Claro que alguns tiveram enorme dificuldade pra falar, pra se expressar ou simplesmente demonstraram que não haviam entendido muita coisa a respeito mesmo. Mas, também pude perceber a dedicação de alguns em mostrar que havia entendido - e não foram apenas os "nerds" da sala, mas também alguns para os quais geralmente "não damos muita coisa". 

Enfim, eu recomendo, a quem quiser, experimentar esse método de atividade. Quem fizer isso, pode ficar à vontade depois pra voltar aqui nessa postagem e comentar como foi. Abaixo reproduzo pra vocês alguns trabalhos.

Taynara Luana Pereira

Laura Caroline de Souza 

Fernanda Moraes

Bruna Ferreira da Silva

Leandro F. dos Santos Fonseca

Érick P. Lima da Silva

Stephanye Pereira


Dica de livro:
 a desordem mundial moniz bandeira
Luiz Alberto Moniz Bandeira

* Imagem da capa de autoria de Sara Letícia Teixeira da Costa.

COMPARTILHAR:
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Humanos

Digite e tecle Enter para buscar!