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A misteriosa morte de Marilyn Monroe

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Sobre o Mês da Consciência Negra | José A. Fernandes | com Vanucci Deucher

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Crise e Fim do Império no Brasil | José A. Fernandes

domingo, dezembro 15, 2019

Curso Grátis: Aprendendo a aprender - ferramentas mentais poderosas para ajudá-lo a dominar assuntos difíceis




Para aqueles que tem dificuldades para entender alguns assuntos, coisas que parecem insuperáveis, e estão procurando formas de aprender, esse curso grátis proporciona um acesso fácil às valiosas técnicas de aprendizagem usadas por experts em Arte, Música, Matemática, Ciência, Esportes e muitas outras disciplinas. 

Nele aprenderão sobre como o cérebro usa dois modos bastante diferentes e como ele encapsula (“associa em blocos”) informações. Vamos também tratar de ilusões de aprendizado, técnicas de memória, lidar com procrastinação e boas práticas mostradas por pesquisa como sendo as mais efetivas em ajudá-lo a dominar assuntos difíceis. Usando estas abordagens, não importa seu nível de habilidade nos tópicos que queira dominar, você pode mudar seu pensamento e mudar sua vida. 

"Se você já é um expert, essa espiada embaixo do capuz mental vai te dar ideias pra carregar o turbo do aprendizado de sucesso, incluindo dicas contraintuitivas e insights que vão te ajudar a fazer melhor uso do seu tempo em lições de casa e listas de exercícios. Se você está com dificuldades, você verá um tesouro estruturado de técnicas práticas que vão te levar através do que você precisa fazer pra entrar na pista. Se você alguma vez quis ficar melhor em qualquer coisa, este curso vai lhe ajudar servindo como seu guia" (organizadores).

Idioma: Inglês (com legendas em português).
Universidade responsável: Universidade da Califórnia, San Diego.
Professoras responsáveis: Dr. Barbara OakleyDr. Terrence Sejnowski.
Nome em inglês: Learning how to learn.
Início: imediato.
Acesse: https://www.coursera.org/learn/aprender

Assista ao nosso vídeo sobre Direitos Humanos!
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Dica do blog:
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Florestan Fernandes 

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sábado, dezembro 14, 2019

A História da erva-mate em Mato Grosso do Sul



Desde o fim do século XIX a erva-mate foi assumindo papel importante como produto chave da economia do antigo sul de Mato Grosso, quando Tomás Laranjeira conseguiu um arrendamento de terras, criou a Companhia Mate Laranjeira e iniciou a exploração de imensos ervais nativos existentes na região onde surgiria a povoação de Ponta Porã...

A produção de erva-mate semipreparada (cancheada) seguia para Argentina, seu principal mercado consumidor, onde Tomás Laranjeira possuía escritório e beneficiadora para o produto. Ele utilizava milhares de trabalhadores (majoritariamente paraguaios), mantidos em condições de trabalho subumanas. É verdade que realizou grandes investimentos e adquiriu grande poder e prestígio, chegando a ser o maior contribuinte da Fazenda Estadual no início do século XX. Por este motivo tem a presença e atividades dessa grande empresa realçada, possuindo o domínio quase exclusivo sobre a produção e exportação da erva-mate na região.


Mas, apesar de ser o primeiro concessionário legal, ele não era o único, no entanto, é certo que, graças a suas estreitas relações com o poder público, conseguia afastar os concorrentes, uma vez que não possuíam os outros produtores a ‘lei ao seu lado’. Mesmo assim, nesse extremo sul de Mato Grosso, após a Guerra do Paraguai (1864-1870), configurou-se um complexo universo econômico, envolvendo muitos outros atores, incluindo atividades agropecuárias e comerciais, além da extração ervateira. Inúmeros migrantes e imigrantes vieram para a região. E, apesar dos conflitos que sua presença provocou com a Companhia, muitos deles se dedicaram aos trabalhos ervateiros, não sendo desprezível o papel dos produtores independentes.

No século XX, o domínio da Companhia foi diminuindo, especialmente a partir da década de 1930, com as novas políticas desenvolvidas em Mato Grosso pelo governo do presidente Getúlio Vargas e os conflitos relacionados à renovação ou não das concessões de terras à Companhia. Foi quando surgiu o projeto da “Marcha para Oeste”, em 1938, no início do Estado Novo, com as idéias de nacionalização das fronteiras sul-mato-grossenses, especialmente com o Paraguai, adotando o Governo Federal medidas afim de enfraquecer a Companhia. Dentre elas recusou-se a renovar seu contrato de arrendamento, impôs taxas sobre a erva-mate cancheada e apoiou os produtores ervateiros independentes da empresa, com a criação do Instituto Nacional do Mate e de cooperativas de produtores.

Enfim, em 1943, o governo federal criou a Colônia Agrícola Nacional de Dourados (CAND) em plena área antes arrendada a Companhia Mate Laranjeira, onde surgiram as cidades da região de Dourados. O Governo afrontava diretamente a empresa e as velhas oligarquias regionais a ela ligadas. A CAND era um projeto de desenvolvimento do capitalismo no campo, para ocupar os espaços geográficos que acreditavam ser semipovoados, com terras férteis em abundância. Uma vez criada a CAND, começaram a distribuição lotes gratuitos a milhares de colonos, sobretudo nordestinos, além de mineiros, paulistas e tantos outros brasileiros, com recursos mais acessíveis e significativos amparos aos colonos no começo, com casa e ajudas da administração. No entanto, na década de 1950 o número de colonos aumentou de forma descontrolada, a situação saiu muito do controle, o que impediu um melhor atendimento das necessidades de todos.


Com a CAND, as pessoas antes vinculadas à economia ervateira e a Companhia Mate Laranjeira se viram tendo que buscar trabalho nos empreendimentos de colonização. Alguns fixaram residência nas terras da CAND, em Dourados, Campo Grande, Ponta Porã, indo morar em colônias particulares ou mesmo se tornaram empregados de colonos que passaram a produzir erva-mate. O mais importante é notar que essas pessoas tinham conhecimento adquirido da vivência no mundo ervateiro e ficaram disponíveis como mão de obra.

Finalmente, no ano de 1965, a Argentina com o aumento da produção interna e sua auto-suficiência no abastecimento de erva-mate, suspendeu as importações do Brasil, especialmente de Mato Grosso, o que para muitos autores teria sido o fim das atividades ervateiras no estado, tendo em vista que seu consumo interno era ínfimo. De importadora a Argentina passaria a exportar erva-mate, como acontece ainda hoje, competindo inclusive com os estados produtores do Brasil em mercados internacionais.

Sabemos que a atividade de produção ervateira teria persistido na região entre os colonos, ainda durante alguns anos, depois de 1965, e mesmo até os dias atuais em condições diferentes. Sobre isso temos exemplos, como relatos de ex-colonos e parentes destes, e ainda outras fontes. Em nossos dias temos visto muitas fábricas de erva-mate em Dourados e região, que compram matéria prima de outras regiões e da Argentina, que empacotam e vendem o produto. É assim que temos erva-mate para o tereré ou para o chimarrão, mais comum entre os descendentes sulinos.


Assista ao nosso vídeo sobre o Instituto Nacional do Mate:
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Dica de livro:
Benedito Lima / Luize Surkamp
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Publicado originalmente em gostodeler.com.br / aqui no blog em 28/fev/2011.

** Foto no topo: revista "Raído" - UFGD.

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LANÇAMENTO! Cidade Porosa: Dois Séculos de História Cultural do Rio de Janeiro




O Rio de Janeiro, cidade de entrecruzamentos, de culturas múltiplas e diversas, de inclusões e exclusões, é tema do livro Cidade Porosa, de Bruno Carvalho, lançado pela primeira em inglês em 2013 nos Estados Unidos, onde ganhou o prêmio Roberto Reis da Brazilian Studies Association! 

Durante a década de 1990, o Rio de Janeiro ganhou o epíteto de “cidade partida”, imagem ainda mais exacerbada pelos contrastes sociais e econômicos. No entanto, esse mesmo caldo cultural foi moldado por fronteiras porosas e encontros multiétnicos. Com base em uma ampla gama de fontes, como teorias urbanas, literatura, pintura, música popular e cinema, além de planos urbanos, censos, testemunhos orais, memórias, cartas e relatos de viagens, Cidade Porosa renova os estudos sobre o papel do Rio de Janeiro na formação da cultura nacional e sua importância para os principais debates globais sobre modernidade e práticas urbanas. 

Oferece ainda uma perspectiva original ao concentrar sua análise na Cidade Nova, área tradicional da cidade, desde sua criação, em 1811. Outrora conhecida como Pequena África ou Bairro Judeu, o bairro sempre foi uma referência importante para escritores, artistas, cientistas sociais pioneiros e visitantes estrangeiros ― de missionários cristãos a Orson Welles. A Cidade Nova também desempenhou um papel central nas narrativas e mitos do Brasil como “o país do Carnaval” ou da “democracia racial”. 

O que é aparentemente insular em Cidade Porosa se revela uma análise abrangente em que Bruno Carvalho cunha um novo conceito, o de porosidade, em vez dos já consagrados “sincretismo” e “miscigenação”. Publicado originalmente em 2013 nos Estados Unidos, ganhou o prêmio Roberto Reis da Brazilian Studies Association no ano seguinte.

“Bruno Carvalho introduz um conceito novo e fundamental ― cidade porosa ― para entender o Rio de Janeiro, do século XIX até hoje. Se ‘poroso’ vem daquele que tem poros, que é perfurado, arejado, não compacto, por sua vez o autor politiza a palavra não apenas para pensar processos de inclusão, mas também de exclusão social, com as ambiguidades que o conceito permite. O resultado é um mundo conhecido agora redescoberto.” ― Lilia Moritz Schwarcz

“A capacidade de Bruno Carvalho de refletir com rigor sobre as pluralidades culturais que formam o Rio lembra a capacidade de fazer soar instrumentos distintos com notável coesão. O Rio de Janeiro é uma cidade marcada pelo pau: o que bate nos corpos para tirar sangue e o que dá no couro do tambor para criar o mundo. Para entender esse processo de dor e gozo, em geral concomitantes, Cidade porosa é um estudo incontornável.” ― Luiz Antonio Simas

“Uma história cultural do Rio de Janeiro que contribui de forma significativa para o entendimento de suas expressões multiétnicas e multirraciais.” ― Rosana Barbosa, Canadian Journal of History

“Neste estudo magistral, a Cidade Nova é um microcosmo fascinante para examinar certos paradoxos que definem o Rio e o Brasil de maneira geral, particularmente a coexistência da celebração da mistura racial e a persistência de uma dramática desigualdade racial.” ― Rebecca J. Atencio, Bulletin of Spanish Studies.


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Assista a nossa biografia de Marily Monroe!
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sexta-feira, dezembro 13, 2019

Estão abertas as inscrições para o Curso Movimentos Sociais e Crises Contemporâneas da Unesp (11ª edição)!




Vai acontecer no primeiro em 2020 a 11ª edição do Curso de Difusão – Movimentos Sociais e Crises Contemporâneas à luz dos clássicos do materialismo crítico. 

Evento será organizado por UNESP/IBEC/GPOD e está com pré-inscrição aberta para o Módulo I, que acontecerá no primeiro semestre.

Turma em São Paulo
UNESP/IBEC/GPOD
Módulo I
Carga horária: 100 horas
Local: IFSP (Metrô Armênia) – Rua Pedro Vicente, n. 625.
Dia da semana: sempre aos sábados, quinzenalmente, o dia inteiro.
Horário: 8h30 às 17h30.
Início: 15/02/2020.
Término: 27/06/2020.

Coordenadores: Henrique Tahan Novaes – UNESP/Marília e Paulo Alves de Lima Filho (IBEC).
Vice-coordenadora: Neusa Maria Dal Ri – UNESP/Marília.
Coordenadores pedagógicos: Hector Melean e Fabio Castro.
Monitores: Hector Melean e Maria Pessoa.
Oferecimento: Instituto Brasileiro de Estudos Contemporâneos (IBEC)/Grupo de Pesquisa Organizações e Democracia / UNESP.


Certificação feita pela UNESP. Necessário que haja 70% de presença.
Pré-Requisito para inscrição: ter concluído o Ensino Médio.
Pré Inscrição: 11/12/2019 a 25/01/2020.
Divulgação dos selecionados: 26/01/2020.
Valor do Curso: R$ 250,00 (Duas parcelas de 50 reais e uma de 150 reais).

É importante observar que não há cobrança de mensalidade, só de taxa de inscrição. O valor da inscrição é para cobrir os gastos de deslocamento dos professores, alimentação, hospedagem, monitoria, lanchinhos, etc.

Início das aulas: 15/02/2020.
Número de Vagas: 100.
Contato: movimentosunesp@gmail.com - escrever para Hector.

Público Esperado: membros de Movimentos Sociais em geral: Sindicatos, Partidos Políticos, Movimento Sem Teto, Camponeses/as e trabalhadores rurais, Feministas, Ambientalistas, Movimento Negro, LGBT, Professores da Educação Básica, Professores Universitários, Estudantes Universitários e demais interessados.

Módulo I – Marx e o materialismo crítico

  • Movimentos Sociais e Crises Contemporâneas à luz dos clássicos do materialismo crítico
  • A obra de Karl Marx
  • Marxismo, revolução e a questão democrática
  • Retorno à Teoria da revolução comunista e da transição ao comunismo em Marx
  • 150 anos do nascimento de Lenin
  • Grasmci e o Partido Revolucionário
  • O marxismo de Rosa Luxemburgo
  • As revoluções burguesas radicais
  • O homem novo em Che Guevara
  • O Sociometabolismo do capital e a teoria da alienação em István Mészáros
  • Gyorgy Lukács: a mercantilização da cultura e da Arte
  • O marxismo de José Carlos Mariátegui
  • O marxismo de Florestan Fernandes
  • Educação e Sociedade na Particularidade do capitalismo brasileiro: a Pedagogia Socialista de Florestan Fernandes
  • A reversão neocolonial na América Latina
  • O avanço da direita na América Latina
  • Lukács: ciência, ideologia e a destruição da razão
  • Introdução à crítica da economia política

Professores do Módulo I:

Adilson Gennari (UNESP), Anderson Deo (UNESP), Angelica Lovatto (UNESP), Bruna Vasconcellos (Doutoranda UNICAMP), Carlos Cordovano (UNICAMP), Fabiana Rodrigues (IBEC -UNICAMP), Fabio Campos (IBEC- UNICAMP), Fabio Castro (Doutorando UFABC), Henrique Tahan Novaes (IBEC- UNESP), Jefferson Rodrigues Barbosa (UNESP), Gilmar Mauro (MST), Leandro Galastri (UNESP), Marcelo Totti (UNESP – Marília), Marcos Del Roio (UNESP – Marília), Newton Ferreira (IBEC-IFSP), Paulo Alves de Lima Filho (IBEC - FATEC – Mococa), Plinio Sampaio Jr. (UNICAMP), Renata Gonçalves (UNIFESP), Sandro Oliveira (Doutorando UNICAMP).

Livros eletrônicos gratuitos usados no curso:

Movimentos Sociais e Crises Contemporâneas Volumes 1, 2 e 3:


Ficha de Pré-inscrição do Módulo I:

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Módulo II – Movimentos Sociais e Crises Contemporâneas à luz dos clássicos do materialismo crítico

Obs: As Inscrições para o Módulo II serão abertas em junho de 2020

Previsão de início: agosto/2020

  • A Crise Mundial e a Nova geopolítica
  • A questão agrária e o Movimento Sem Terra
  • Os Sem Teto e a cidade neoliberal
  • A economia política da deseducação
  • A destruição da escola pública e a precarização do trabalho docente
  • A nova etapa da reforma do Estado
  • A mercantilização da Saúde
  • O colapso da formação econômica brasileira
  • O Projeto Universidade Popular e a educação para além do capital
  • Tecnologia Social x Tecnologia Capitalista
  • Geografia da fome na América Latina
  • Classe, gênero e etnia
  • 50 anos da Declaração dos Direitos Humanos
  • As lutas urbanas no século XXI
  • O avanço da direita na América Latina
  • Agroecologia, Fábricas Recuperadas e Habitação Popular na América Latina
  • Gênero e Agroecologia
  • O que está acontecendo na Venezuela?
  • Estratégias de desenvolvimento no século XXI
  • Um balanço da Comissão Nacional da Verdade
  • 100 anos da Revolução Russa
  • Fundamentos da Escola do Trabalho na Revolução Russa
  • Movimentos Sociais e lutas anticapital no século XXI
  • Marx no século XXI


Professores do Módulo II:

Alice Peres (UFSCAR), Bruna Vasconcellos (Doutoranda UNICAMP), Candido Vieitez (GPOD- UNESP), Carolina Cattini (UNICAMP), Camila Pinheiro (Mestre – UNESP), Daniel Faggiano (IBEC), Fernando Macedo (UNICAMP), Hector Melean, Henrique Tahan Novaes (IBEC- UNESP), Ivan Lucon (Doutorando UNICAMP), Jair Pinheiro (UNESP – Marília), Julio Cesar Torres (GPOD – UNESP), Lais Fraga (UNICAMP – Limeira), Marcelo Buzetto (Fundação Santo André), Marcelo Dotti (FATEC – Mococa), Marcos Del Roio (UNESP – Marília), Maria Orlanda Pinassi (UNESP – Araraquara), Mariana Castro (Doutoranda UNICAMP), Melina Paludeto (GPOD - Doutoranda UNESP – Marília), Neusa Maria Dal Ri (GPOD-UNESP), Newton Ferreira (IBEC-IFSP), Paulo Alves de Lima Filho (IBEC - FATEC – Mococa), Paulo Cunha (UNESP Marília), Renata Gonçalves (UNIFESP), Renato Dagnino (UNICAMP), Rogério Fernandes Macedo (IBEC- UFVJM), Tania Brabo (UNESP), Yuri Barnabé (FAMEMA).

Ficha de Pré-inscrição do Módulo I:
http://bit.ly/2suKMLd


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quinta-feira, dezembro 12, 2019

Professor José de Souza Martins discute queda no interesse por Humanas nos vestibulares




Há cada vez menos vestibulandos com interesse em cursar ciências sociais e filosofia no Brasil. A longo prazo, qual o efeito desse encolhimento na formação de quadros para produção de estudos e análises críticas sobre o desenvolvimento brasileiro?

Esse foi o tema discutido no programa Desafios da TV USP, com o professor José de Souza Martins.

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quarta-feira, dezembro 11, 2019

10 Sites Para Fazer CURSOS ONLINE GRÁTIS!




Hoje é cada vez mais comum vermos cursos à distância sendo disponibilizados, sejam eles superiores, técnicos ou de extensão. Por isso, fizemos uma seleção de 10 sites nessa postagem e esperamos que sejam úteis.

Existem centenas de sites no mundo que oferecem serviços de qualidade, completamente de graça ou com um custo sobre algum serviço específico (envio de certificados, por exemplo). Os cursos são voltados para os mais diversos campos do saber: das ciências físicas às humanidades, passado por cursos de uso práticos nas áreas de tecnologia, seguindo até cursos "exóticos", nas mais diversas línguas. 

Alguns deles avisam quando um curso vai começar, mostram seu desempenho, contam com sistemas de chats e outras formas de interação entre os cursistas. Em diversos deles os cursos são ministrados por professores de universidades famosas, o que se torna um atrativo e tanto.

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A seguir uma lista, que não pretende dar conta de todos os sites do tipo, mas que podem ser muito úteis!

Um primeiro site interessantíssimo de cursos é o Coursera (coursera.org). Ele conta com uma lista gigante de cursos para todos os gostos, nos mais variados idiomas (sendo predominantes os cursos em inglês), com opções em português. O cadastro é rápido e fácil, sendo fácil também fazer e acompanhar o desempenho ao longo dos dias em que as aulas são disponibilizadas. Não dá pra especificar os cursos, pois são muito variados e novos cursos surgem constantemente.

Outro que vai nessa mesma linha é o Future Learn (www.futurelearn.com). Ele segue os mesmos moldes do Coursera, se bem que comparativamente com um pouco menos de cursos. Basta se cadastrar para fazer os cursos, que se não tiverem começado, você recebe um aviso no seu e-mail. O inconveniente aqui, para alguns, é que os cursos são em inglês.

No Brasil, temos diversas opções, com graus variados de conteúdo. Um site interessante é o IPED (iped.com.br). O cadastro é fácil e rápido, mas há uma cota de cursos grátis e os certificados tem um custo de emissão. Mas, no geral, é uma opção especialmente para quem precisa de curso técnico/profissionalizante, havendo cursos de idiomas também.

Ainda no Brasil, outra opção é o Eduk.me, se bem que com uma lista mais reduzida de cursos. Ele é mais voltado para quem quer aprender a trabalhar com informática, especialmente a internet. 

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A LearnCafe é outra dessas plataformas que oferece uma diversidade grande de cursos nas mais diferentes áreas. Há conteúdos grátis e mesmo os pagos têm preços acessíveis. Exemplos de cursos grátis são Educação e tecnologiaUma história sobre o Racismo.


Ainda na área de TI, há o site do projeto Brasil Mais TI (www.brasilmaisti.com.br). Nele, além dos cursos, é possível ter acesso à algumas ferramentas e serviços da área, como divulgação de currículo e uma lista de vagas de emprego, por exemplo.

O site conjunto SESI/SENAI (www.neadsenaies.com.br) também oferece cursos online gratuitos. As opções não são muitas comparadas com os primeiros da lista acima, mas para quem tá começando, especialmente, e precisa de qualificação profissional, são valiosíssimos. 

Um outro site de cursos brasileiro, é o Veduca. Os conteúdos são múltiplos, em boa medida com cursos voltados para o setor administrativo e de negócios. Mas, parte deles pode ser aproveitada por quem é da área de Humanas também. Boa parte dos conteúdos são pagos, mas existem diversos gratuitos, permanentes e esporádicos. Inclui nesse grupo um Diagnóstico de competências profissionais, que serve para ver como andam as suas habilidades para a resolução de problemas, uma das principais competências buscadas nos profissionais da atualidade, inclusive para gestores educacionais.

Acho que todo mundo já ouviu falar da FGV. Agora o site dessa instituição tem espaço EAD e disponibiliza parte de seus cursos de forma gratuita. Os temas dos cursos também são diversos, mas com frequência aparecem cursos de Educação e Humanidades. Na área de Humanidades atualmente destacaríamos o curso Relações Étnicos-Raciais no Brasil: período colonialÉ interessante salvar nos favoritos e volta e meia dar uma olhada nos cursos novos.

De uma instituição privada, a Fundação Bradesco também oferece cursos online em sua escola virtual. Eles se dividem nas seguintes categorias: Administração, Contabilidade e Finanças, Desenvolvimento Pessoal e Profissional, Educação Básica e Pedagogia e Informática. Os cursos são renovados de forma periódica, por isso é interessante sempre acessar o site pra se inteirar. 

Bom, é isso. Aos poucos vou acreditando mais em um certo tipo de Ensino à distância (EAD), se bem que ainda cisme com algumas situações em especial. De qualquer forma, é fantástico esse mundo da educação e hoje em dia só não estuda quem não quer. 


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