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sábado, agosto 08, 2020

Fila do Pão, um poema da vida real | José A. Fernandes





Numa dessas noites de insônia me veio esse poema, que fala de gentes, de vidas, de sins e de nãos...


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Quem é você na fila do pão?

Pobreza
Abandono
Preconceito
Desunião
Quem é você na fila do pão?

Individualismo
Num mundo sem divisão
Vidas com muito
Outras com nada
Uns que comem, outros que não
Quem é você na fila do pão?

Uns que descem, outros que sobem
Se trombam no morro,
Morrem de fome, morrem de bala
Tombam no chão
Quem é você na fila do pão?

Uns que riem, outros que choram
Uns que temem, outros que imploram
Crimes que vidas encerram
Drogas na cabeça, armas na mão

Preconceitos que ferem
Balas perdidas, polícia que mata
Num mundo tão louco, de engano, de ilusão
Quem é você na fila do pão?

Não tem máscara
Não tem saúde 
Não tem previdência
Não tem compaixão
Só tem guerra
Pragas
Pandemias... 
Numa dessas noites de insônia me veio esse poema, que fala de gentes, de vidas, de sins e de nãos...

Quem é você na fila do pão?

Pobreza
Abandono
Preconceito
Desunião
Quem é você na fila do pão?

Individualismo
Num mundo sem divisão
Vidas com muito
Outras com nada
Uns que comem, outros que não
Quem é você na fila do pão?

Uns que descem, outros que sobem
Se trombam no morro,
Morrem de fome, morrem de bala
Tombam no chão
Quem é você na fila do pão?

Uns que riem, outros que choram
Uns que temem, outros que imploram
Crimes que vidas encerram
Drogas na cabeça, armas na mão

Preconceitos que ferem
Balas perdidas, polícia que mata
Num mundo tão louco, de engano, de ilusão
Quem é você na fila do pão?

Não tem máscara
Não tem saúde 
Não tem previdência
Não tem compaixão
Só tem guerra
Pragas
Pandemias... 

Quem é você na fila do pão? 

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quinta-feira, agosto 06, 2020

VÍDEO: Gripe Espanhola: a Pandemia que Varreu o Mundo em 1918




O Canal Sala de Guerra fez um ótimo vídeo pra mostrar o desastre causado pela mais mortal pandemia que o mundo já conheceu, a Gripe Espanhola. Quem sabe a História não nos ensine algo nesse momento tão tenso...


Assista:
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Dica do blog:
 livro gripe espanhola
1918 - A Gripe Espanhola: Os Dias Malditos
João Paulo Martino
Clique aqui!

* originalmente postado em 23/mar./2020

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quarta-feira, agosto 05, 2020

DOCUMENTÁRIO: "Entre-Rios - A Urbanização de São Paulo" [completo]





Uma viagem interessante pela história da urbanização da cidade de São Paulo, falando sobre seus rios, através de temas que envolvem a natureza e a ação humana, em um espaço que parece fora de controle.



Produzido pela Editora Contexto, conta como São Paulo se tornou o que é hoje e como seus rios foram sendo drenados, transpostos, canalizados e escondidos das vistas de quem vem passando durante tantas décadas pela cidade, sem lhes perceber ou, quando percebe, tem a visão dos danos, a exemplo do Tietê.



É a história da expansão da cidade, sua urbanização e embelezamento, sua povoação. O que não garantiu seu perfeito planejamento, tendo saído do controle quando de inúmeros processos de migração, especialmente do Nordeste.


Através desse vídeo se pode trabalhar a História da maior metrópole brasileira, elementos de Geografia, incluindo paisagens naturais e mudanças provocadas pelos humanos. Dá pra pensar em questões de biologia e, de maneira geral, refletir sobre a vida e suas formas múltiplas de transformação do meio ambiente - o que traz à tona poluição e enchentes.

ASSISTA GRÁTIS:






Dica do blog:

de Odair da C. Paiva & Soraya Moura
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* Originalmente postado em 26/nov/2015.

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terça-feira, agosto 04, 2020

Edith Piaf - Non, Je Ne Regrette Rien (Clipe, Letra e Tradução)





Uma linda música para fazer o seu dia sempre mais pensativo e te dar a chance de dizer que, com alegrias, amores, prazeres e tremores não lamentamos nada.

No vídeo que verão no fim da postagem, temos a ganhadora do óscar de melhor atriz, Marion Cotillard, na belíssima interpretação em Piaf - Um Hino ao Amor (2007). 

Non, Je Ne Regrette Rien

Non! Rien de rien
Non! Je ne regrette rien
Ni le bien, qu'on m'a fait
Ni le mal, tout ça m'est bien égal!

Non! Rien de rien
Non! Je ne regrette rien
C'est payé, balayé, oublié
Je m'en fous du passé

Avec me souvenirs
J'ai allumé le feu
Mes chagrins, mes plaisirs
Je n'ai plus besoin d'eux

Balayés les amours
Avec leurs trémolos
Balayés pour toujours
Je repars à zéro

Non! Rien de rien
Non! Je ne regrette rien
Ni le bien, qu'on m'a fait
Ni le mal, tout ça m'est bien égal!

Non! Rien de rien
Non! Je ne regrette rien
Car ma vie, car mes joies
Aujourd'hui, ça commence avec toi!


TRADUÇÃO

Não! Eu não lamento nada 

Não! Absolutamente nada
Não! Não lamento nada
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo me é bem indiferente!

Não! Absolutamente nada
Não! Não lamento nada
Está pago, varrido, esquecido
Que se dane o passado! (2)

Com minhas lembranças
Acendi o fogo (3)
Minhas mágoas, meus prazeres
Não preciso mais deles!

Varridos os amores
E todos os seus tremores (4)
Varridos para sempre
Recomeço do zero

Não! Absolutamente nada
Não! Não lamento nada
Nem o bem que me fizeram
Nem o mal, isso tudo me é bem indiferente!

Não! Absolutamente nada
Não! Não lamento nada
Pois, minha vida, pois, minhas alegrias
Hoje, começam com você!





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 livro piaf no Baile do Acaso
de Edith Piaf
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Assista a uma interpretação original de Edith Piaf, clique aqui.

* Letra e tradução retiradas do site: http://www.vagalume.com.br/edith-piaf/non-je-ne-regrette-rien-traducao.html
** originalmente postado em 20/dez./2015

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VÍDEO: Autores clássicos do mate | José A. Fernandes




Nesse vídeo falo um pouco sobre 4 autores clássicos do mate e seus livros, tão importantes para quem quer começar a conhecer a rica história da erva-mate no Brasil e para quem quer ter um bom conhecimento sobre o assunto.


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EUA vs China - A eterna possibilidade de guerra entre os velhos e os novos grandes! | José A. Fernandes




Eu estava assistindo a um vídeo do canal Meteoro, que por sua vez comentava palestras de Grahan Allison sobre a possibilidade de enfrentamento entre Estados Unidos e China. Decidi então dizer algumas palavras a respeito.

Quem me conhece sabe que sempre tive uma veia pacifista, não creio que a guerra seja a única saída. Mesmo quando alguém me diz que ela é necessária, fico pensando em quando ela se tornou necessária. Por exemplo, quando se fala da necessidade de interferência das grandes potências nos países no Oriente Médio, não consigo deixar de pensar nos antecedentes, ou seja, nos motivos que levaram aos conflitos internos e que, por sua vez, levaram à "justificativa" da "pacificação" promovida do exterior. Me lembro então das ações imperialistas das grandes potências (Inglaterra, França, Alemanha, EUA,...) promovida no século XIX sobre América, Ásia e África.

Fico pensando nas revoltas internas dos povos dominados, procurando se livrar do elemento externo, do dominador. Fico pensando na reação dos dominadores. Fico pensando também nos conflitos internos, entre os que apoiavam, por interesses mesquinhos, os dominadores e aqueles que defendiam a soberania de um espaço entendido como parte de uma "nação". Entendida essa nação não necessariamente como um país e seus limites puramente geográficos, mas também uma aldeia, uma cultura regional, um espaço sagrado. Conflitos que foram alimentados pelas grandes potências em alguns momentos e suprimidos, direta ou indiretamente, por eles em outros momentos.

Os exemplos se multiplicam nos continentes "mais fracos". Antes mesmo do imperialismo contemporâneo tivemos o colonialismo na América, com o massacre dos indígenas (pelas armas ou pelos doenças trazidas pelos europeus) e a desgraça que foi a escravidão. Como se vê, a dominação começou muito antes do período imperialista "clássico" - mesmo antes do início das grandes navegações -, mas que com o imperialismo do século XIX se intensificou. Só que não para por aí, também ocorrendo dominação nas demais regiões já mostradas, das ilhas do Pacífico divididas desde muito tempo entre os dominadores oriundos do Velho Mundo; ou ainda do Japão, "influenciado" de forma muito marcante pelos Estados Unidos, especialmente. 

Para a grande maioria deles, os movimentos de libertação só se tornariam uma realidade plausível com a Primeira Guerra, mas especialmente com o desenrolar da Segunda. Mesmo assim, poucos dos novos países que foram se libertando ou se desmembrando conseguiram se tornar realmente livres de qualquer influência danosa externa. Poucos (dá pra contar nos dedos) conseguiram ganhar algum destaque dentre os que foram colocados no "saco" do Terceiro Mundo na época da Guerra Fria e mais recentemente no grupo dos "países em desenvolvimento". Dessa forma, não representam uma grande ameaça aos países hegemônicos.

Mas não percamos de vista: as guerras seguiram sendo uma realidade no interior de muitos desses mesmos países e territórios, ora contando com a venda de armas por parte de uma potência, ora por parte de outra, que, por sua vez, mantiveram sempre os olhos bem abertos para o que vem acontecendo. Assim, foram sendo alimentadas as rivalidades internas nesses países e territórios, tornando-se insolúveis alguns conflitos, irreconciliáveis alguns grupos. Não que seja tão simples falar dos interesses de cada povo ou grupo étnico, "jogando a culpa toda nas grandes potências"; mas, não se duvida da interferência externa, mesmo que tenha sido para vender fuzis ou instalar bases operacionais em troca de favores políticos ou militares. Claro também que as guerras no mundo não começaram por causa do Imperialismo (o das grandes navegações ou o contemporâneo), elas sempre existiram, desde que a humanidade existe. Porém, sem dúvida os imperialismos muito contribuíram para isso que vemos como "algo sem fim".

Mas voltemos ao que dizíamos no início, para as ideias de Grahan Allison, que por sua vez buscam referências em Tucídides, dos gregos e da Guerra do Peloponeso. O que o vídeo do Meteoro procura mostrar é que sempre que surge uma nova ameaça da potência hegemônica, ela reage, o que acaba levando à guerra. Assim foi na Grécia quando Esparta reagiu à ascensão de Atenas; assim também foi na Primeira e na Segunda Guerra... Assim foi na Guerra Fria. Tem sido desse jeito, o que é o foco especial desse texto, no caso da China, um país quase insignificante no início da era contemporânea, que vinha sendo dominado desde muito tempo por ingleses, entrando em conflitos por territórios também com japoneses e russos. China que só começou a se destacar depois da Revolução Comunista de 1949.

A intenção aqui não é falar propriamente da revolução, ok!? Isso a gente faz em outro momento. O que o pessoal do Meteoro, comentando Graham Allison, quis mostrar é que um país antes quase insignificante do ponto de vista da política e economia global passou a representar uma ameaça aos interesses dos Estados Unidos. E é aí que mora o perigo. Perigo de que? De mais um conflito. Seja qual for a configuração que o mesmo assuma atualmente. E isso, temos que lembrar mais uma vez, não é nada novo: mais um exemplo pode ser dado a partir da instalação do Socialismo na Rússia (1917) e da criação da União Soviética (1922). Quando a Segunda Guerra terminou, que os demais estavam enfraquecidos, quem sobrou para ameaçar a hegemonia dos Estados Unidos? Acertou! A União Soviética!

Na Guerra Fria havia a ameaça constante de um conflito direto que não ocorreu mas que poderia ocorrer a qualquer momento, pondo medo em todo mundo. Era sempre presente a ameaça de uma hecatombe (fim apocalíptico de tudo), reafirmada a cada novo armamento, a cada nova bomba atômica!

E o que pode acontecer atualmente entre os Estados Unidos (ameaçado em sua hegemonia) e a China, o "desafiante"? Uma nova guerra. Como ela pode acontecer, nem Graham Allison, nem o Meteoro e nem eu sabemos, mas... mas, o que perturba é saber que algo de ruim, de grandes dimensões não ficou no passado, nos livros de história: não deixou de existir após as duas Grandes Guerras (quentes) ou com a criação da ONU e a defesa (ao menos oficial) dos direitos dos povos, de autoafirmação mesmo. Dependendo de como Donald Trump e Xi Jinping agirem, o resultado vai ser devastador, não só pra eles, mas também devendo chegar até nós. 

E assim continua a eterna ameaça de uma guerra. O dilema entre paz e guerra. A guerra como solução. Nessas horas lembro de Hardy do desenho Lippy e Hardy: "Oh vida, oh céus"!      


Antes de ir, assista ao vídeo sobre Guerra Fria!

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domingo, agosto 02, 2020

Historiadores em Perfil: Jaime Pinsky




Além de grande historiador, ele também é fundador e editor da respeitada Editora Contexto.

Jaime Pinsky nasceu em Sorocaba, interior de São Paulo, em 6 de dezembro de 1939. Nessa mesma cidade estudou em escola pública. Entrou no curso de História em 1961, na Universidade de São Paulo (USP), onde também fez pós-graduação e doutorado em 1968, tendo defendido sua livre-docência na mesma USP em 1978. 

Como professor começou em Assis, na Universidade Estadual de São Paulo (Unesp), tendo também lecionado na USP e, finalmente, foi para a Unicamp, onde deu aulas de 1975 a 1991, ano em que aposentou-se como professor titular. Ele também desenvolveu atividades em diversas universidades dos Estados Unidos, do México, de Porto Rico, de Cuba, da França e de Israel.

Como dissemos, Jaime Pinsky foi por muito tempo professor titular da Universidade de Campinas (Unicamp), mas deixou a mesma para se dedicar à editora Contexto. Criada em 1987, dela ele foi o fundador e primeiro diretor, no momento atuando como editor de conteúdo.



Como autor/historiador ele é dono de uma obra vasta e muito interessante, que inclui dezenas de livros e artigos, publicados no Brasil e fora dele. Entre seus livros constam textos acadêmicos, materiais didáticos, paradidáticos e coletâneas. Os temas são bastante variados, espalhados pelas áreas de História Antiga, Medieval, Moderna e Contemporânea, com espaço para História Judaica e sobre diversos temas de História do Brasil, Teoria da História e Ensino de História.

Mais de uma vez ele já discutiu sobre o Brasil e a América, lançando olhares em perspectiva, dando atenção especial a temas importantes, tais como "escravidão", "preconceito", "Estado", "burguesia", o "brasileiro", a "cidadania", a "educação", o "turismo" e o "patrimônio". Sozinho ou com outros colegas, já se perguntou se "o Brasil tem futuro" ou se "tem jeito". Lançou inclusive com outros, recentemente, reflexões sobre "o Brasil que queremos".

Para além de nossas fronteiras americanas, ele já falou sobre as primeiras civilizações, sobre os judeus e sobre o Egito. Já refletiu sobre o "modo de produção feudal" e sobre os "modos de produção na Antiguidade".



Mas, dentre os temas que tem lhe ocupado, encontramos questões fundamentais sobre educação, sobre o ensino de História, sobre o livro didático e sobre o mercado editorial. Tem se preocupado com a História entre os alunos, a História na sala de aula, chegando a pergunta mais importante para nós professores/pesquisadores: Por que gostamos de história? Para ele "todo mundo gosta de História", só precisa saber que parte dela.

Além de pesquisador, é um grande divulgador de conhecimentos. Como ele próprio disse em entrevista recente, sua preocupação - o que acabou virando preocupação de sua editora - é que "os historiadores com muita frequência escrevem para seus colegas da academia, que pouco escrevem para dar um retorno à sociedade". Nesse sentido concordamos com ele quando diz que o conhecimento produzido na academia precisa ultrapassar suas fronteiras e circular. Nessa acessibilidade é que pode ser inserida a sua escrita ao longo de sua trajetória, como sendo rica, de fácil compreensão, mas sem perder em qualidade e rigor.

Ele é casado com a também historiadora Carla Bassanezi Pinsky, com quem já publicou ou organizou livros interessantes, tais como História da Cidadania e Faces do Fanatismo

Bom, por enquanto é isso. Caso queira saber mais sobre ele, existe diversas palestras e entrevistas no Youtube, além de textos ligados à editora Contexto (inclusive no blog oficial da mesma) e de seu site pessoal (www.jaimepinsky.com.br). Além, claro, dos livros que seguem de sua bibliografia. 

Os livros desse historiador:

Brasil em perspectiva (1968)

Os judeus no Egito helenístico (1971)

100 Textos de História Antiga (1972, coletânea de textos e documentos organizada e comentada por ele)

Capital e trabalho no campo (1977)

Origens do nacionalismo judaico (1978)

O Modo de Produção Feudal (1979)

Questão nacional e marxismo (1980)


Modos de produção na Antiguidade (1982)

Estado e burguesia nacional na América Latina (1985)

Estado e livro didático (1985)

História da América através de textos (1986, coletânea de textos e documentos organizada e comentada por ele e outros)



Brasileiro(a) é assim mesmo (1993, em parceria com Luiza Nagib Eluf)

12 faces do preconceito (1999, livro coletivo organizado por ele)


Turismo e patrimônio cultural (2001, livro coletivo organizado em parceria com Pedro Paulo Funari)

História na sala de aula (2003)

História da Cidadania (2003, livro coletivo organizado em parceria com Carla B. Pinsky)

Práticas de cidadania (2004, livro coletivo organizado por ele)

Faces do fanatismo (2004, livro coletivo organizado em parceria com Carla B. Pinsky)

Cultura & Elegância (2005, livro coletivo organizado por ele)



O amor em tempos de desamor e o enigma: O Brasil tem jeito? (2008, obra coletiva que conta com um texto seu)


O Brasil no Contexto: 1987-2017 (2017, livro coletivo organizado por ele abarcando eventos que ocorreram no tempo de vida da editor Contexto)

Brasil, o futuro que queremos (2018, livro coletivo organizado por ele)

Livro destaque desse autor:
 livros jaime pinsky
Por Que Gostamos de História
Clique aqui!


Para ver outros Historiadores em Perfilclique aqui!

* Essa postagem é só um guia rápido desse historiador. Se você souber de alguma incorreção ou tiver algum acréscimo de conteúdo a essa postagem, mande-nos nos comentários. Muito obrigado!


Assista ao nosso vídeo sobre o Renascimento!

Se estiver recebendo a mensagem pelo e-mail, clique aqui para assistir

* originalmente postado em 9/maio/2020

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FILME: Menocchio [completo]




Para quem gostou da postagem sobre Carlo Ginzburg, eis o filme Menocchi, adaptação do livro O Queijo e os Vermes!

Sinopse

Itália, final do século XVI. A Igreja Católica, sentindo-se ameaçada na sua hegemonia pelo movimento reformista protestante, lança o primeiro ataque sistemático para o controlo total da crença religiosa.


Menocchio, um velho casmurro, decide opor-se a esta nova ordem. Acusado de heresia, em vez de fugir ou pedir perdão, vai a tribunal. Menocchio está convencido que, como homem, é igual a qualquer bispo, inquisidor e até ao Papa, e espera, sente e acredita que pode reconverter os reformistas a um ideal de pobreza e amor.

Dados do filme

Produção: Nefertiti Film
Data de lançamento: 4 de agosto de 2018
Diretor: Alberto Fasulo
Cast: Maurizio Fanin, Nilla Patrizio, Carlo Baldracchi, entre outros.
Idioma: italiano - conta com legenda, basta ativá-la.
Legenda (caso decidam baixar): download


Se estiver recebendo a mensagem pelo e-mail, clique aqui para assistir

Caso prefira ler o livro antes...
 livro queijo e os vermes
Clique aqui!

Se não leu o perfil de Carlo Ginzburg, o autor do livro, clique na imagem abaixo
 biografia carlo ginzburg


* nós não nos responsabilizamos pelo compartilhamento do mesmo no YouTube ou por eventuais questões de direitos autorais. Trata-se aqui apenas de uma postagem de divulgação de conteúdo para fins educativos.




** Originalmente postado em 20/jul/2020

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DICA DE LIVRO: Milagreiros, de Michelle F. Maia




Em Milagreiros, Michelle F. Maia traz as histórias de três santos populares cearenses (Doutor Olavo Cavalcante Cardoso, Isabel Maria da Conceição e João das Pedras).

Nele Michelle estuda a construção  da devoção a três santos populares no Ceará. A primeira é Isabel Maria da Conceição, assassinada pelo marido em 1929. Foi acusada injustamente de traição pelo próprio marido, que acreditou que a esposa por ter cortado o cabelo sem a sua permissão ela estaria traindo-o.

A segunda devoção é a do Dr. Olavo Cavalcante Cardoso. Foi médico e prefeito em Crateús, e foi barbaramente assassinado por agricultores por uma briga de limites se terras em 1969.

A terceira devoção é a João das Pedras em São Benedito Ceará. Ele morreu eletrocutado ao tentar roubar uma casa, era ladrão, após a morte o seu corpo foi arrastado pela cidade.

No livro a autora aborda a trajetória destes sujeitos, a origem da devoção e os lugares em que são cultuados como santos populares.


🔎 Onde adquirir com desconto?

O livro custa R$ 50,00, já com o frete para todo o Brasil, e pode ser adquirido diretamente com a autora, pelo seu perfil no Facebook ou pelo e-mail michellefmaia@hotmail.com.


Você conhece a história da erva-mate? Assista esse vídeo!

Se estiver recebendo no e-mail e não conseguir ver o vídeo, clique aqui.

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