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Por que não consigo passar no ENEM / Vestibular? | José A. Fernandes

ATIVIDADE

Desenho + Texto explicativo + Concurso | José A. Fernandes

domingo, setembro 15, 2019

VÍDEO: Por que não consigo passar no ENEM / Vestibular? | José A. Fernandes




O que te impede de passar na prova do ENEM ou do vestibular? O que você está fazendo de errado? 

Essas são as perguntas principais que procuro responder nesse vídeo. Espero que gostem! E se não precisam desse tipo de dica, mas sabem de alguém que sim, espalhem e ajude mais pessoas a conseguir chegar lá! 



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* Originalmente postado em 6/ago/2019.
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sábado, setembro 07, 2019

Nota sobre a Independência do Brasil | José A. Fernandes




Há quem diga que não  sou patriota quando falo sobre nossa condição de país em busca de soberania e independência. Mas, afinal, somos mesmos independentes? Ou fazemos parte dos jogos de interesses num sistema global? E o que isso significa para os diferentes grupos que compõe a colcha de retalhos humana do Brasil? 

Se formos parar para analisar cruamente a situação, desde aquele 7 de setembro de 1822, nos deparamos com continuidades e rupturas (creio que mais continuidades). Sem falar sobre o fato de continuarmos, na época, uma Monarquia enquanto todo restante da América instalava Repúblicas, nós (porque também sou brasileiro) saímos da condição de país politicamente dependente de Portugal para a de dependentes economicamente da Inglaterra. Se bem que já pagássemos favores aos ingleses antes, somamos aí mais 2 milhões de Libras Esterlinas - além dos acordos favoráveis à eles que continuariam a ser assinados.

Pagamos para nos libertar, ao menos oficialmente, dos portugueses, mas ainda nos mantivemos reféns dos ingleses. A continuidade se deu até mesmo em relação a Portugal e ao Imperador que nos foi deixado, o Dom Pedro I, que em sua teimosia de "ficar" por essas bandas liderou a separação de Portugal, que seu pai passou a reinar presencialmente desde que foi embora em 1821.

Não que eu queira defender algum tipo de xenofobia contra os portugueses, como de fato ocorreu em muitos lugares do nosso Império naquela época, especialmente nas cidades mais desenvolvidas, como o Rio de Janeiro, ou contra os ingleses que souberam investir vastas somas em nosso país, especialmente na forma de empréstimos, construções de ferrovias e outras coisas mais. Até porque, no caso dos portugueses, somos em parte (se seguirmos a lógica de Gilberto Freyre) produto da mistura deles com índios e negros. 

Mas, o que quero com essa postagem é deixar uma provocação, no sentido de refletirmos o que é ser independente. No caso do Brasil, até onde poderemos ir nos isolando do resto do mundo? Isso é vantajoso economica e/ou socialmente? Devemos pensar profundamente a relação entre soberania e liberdade, que é mais complicada do que aparenta. E até mesmo até onde é ou não vantajoso defender um nacionalismo cego, que esquece que gente como a gente está inserida em algo bem maior e que liberdade para nós nada mais é do que algo condicionado pelo meio em que vivemos e pelas relações que mantemos, sejam elas locais, nacionais ou internacionais. 


Dica de E-book:

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* Originalmente postado em 7/set/2014.

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quarta-feira, setembro 04, 2019

PROMOÇÃO! Entendendo Foucault - Um Guia Ilustrado, de Chris Horrocks e Zoran Jevtic, está por R$24,90!




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Saiba tudo sobre um dos mais controversos filósofos dos últimos tempos. Antissocial, controverso e dado à depressão, em 1948, Foucault cortou o peito com uma navalha, perseguiu um estudante da ENS (École Normale Supérieure) e tentou se matar tomando pílulas. Foi aí que teve seu primeiro contato com a psiquiatria e passou a também estudá-la. 

Entendendo Foucault, escrito pelo professor de história Chris Horrocks, com ilustrações de Zoran Jevtic, destrincha a vida e preceitos de Michel Foucault, intelectual atuante tanto na filosofia quanto na política, e explora sua missão de expor as ligações entre conhecimento e poder nas ciências humanas, seus discursos e instituições.

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 Chris Horrocks

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terça-feira, setembro 03, 2019

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Texto objetivo e ágil, engajado e muito bem documentado, trata das questões centrais da História da escravidão no Brasil e incorpora o resultado das pesquisas mais recentes sobre o assunto. Com mais de 80 mil exemplares vendidos, o livro de Jaime Pinsky aborda temas como o tráfico, a vida cotidiana dos escravos no trabalho e na senzala, a vida sexual e a resistência oferecida pelos negro contra a opressão. 

O autor, não aceita, contudo, a ideia, defendida por certos historiadores, de que a escravidão permitia relações harmoniosas entre senhores e escravos: no livro, ele revela o caráter cruel da escravidão e sua influência perversa na formação de nossa sociedade.

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 Jaime Pinsky


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domingo, setembro 01, 2019

FILME: O Fotógrafo de Mauthausen [resenha] | José A. Fernandes




Poderia ser só mais um filme sobre campos de concentração, mas NÃO É. Tentamos nessa postagem mostrar o porquê, além de mostrar do que se trata e se vale a pena assistir.

Falar de campos de concentração em filmes não é novidade. Todos nós já vimos algum (ou verão em algum momento): quem nunca assistiu ou pelo menos ouviu falar de A Lista de Schindler ou O Menino do Pijama Listrado? Se fosse apenas por isso, esse seria só mais um, cujo "final da história" já sabemos bem: os judeus e demais minorias que foram confinados em campos de trabalho forçado e, depois, oficialmente de extermínio. Quase todos nós já podemos recriar mentalmente cenas horríveis do dia a dia nesses espaços de morte, com surras, estupros, fome, inanição, assassinatos gratuitos, mortes e câmaras de gás, cremações, enterros coletivos e por aí vai... Isso por certo não deve ser naturalizado por nós, deve mesmo sempre nos comover. Mas, se fosse só por isso o filme não traria nenhuma novidade. Todas essas coisas podemos ver nesse longa metragem.


Paul Ricken e seus "artístas" no filme

Entretanto, a primeira novidade que pode ser apontada é quanto à origem da produção. A Netflix, junto com outras "locadoras virtuais", tem criado um caminho de divulgação para filmes e séries que não são feitas nos Estados Unidos, o que vem quebrando o domínio que por muito tempo parecia quase monopolístico de Hollywood e seus associados. As produções que vem ganhando espaço tem origens variadas, desde a Alemanha, que vem produzindo, por exemplo, a complexa - e por vezes confusa - mas popular série Dark, até a Espanha, de onde sai e é ambientado o seriado da garotada, La Casa de Papel. Além disso, uma das coisas legais dessas produções é que elas são feitas, geralmente, na língua desses país, o que, na minha opinião já enriqueceria muito a cultura midiática atual.

No caso de O Fotógrafo de Mauthausen, lançado em 2018, mais uma vez a história é baseada em fatos reais. Outra de suas novidades é que nele não parte e nem foca nas histórias dos judeus, mas sim nos confinamentos e tratamentos dados sobretudo aos espanhóis que haviam lutado na Guerra Civil desse país e que durante a Segunda Guerra Mundial se encontravam no campo de concentração de Mauthausen. 

No meio desse contexto, o filme conta a história do fotógrafo Francesc Boix (vivido por Mario Casas), um jovem espanhol que por possuir o talento da fotografia tinha "tratamento privilegiado" no campo, assistindo e ajudando o fotógrafo oficial nazista Paul Ricken (Richard van Weyden) a registrar todas as "encenações" feitas pelos alemães em torno do dia a dia e especialmente das mortes que são mascaradas e cenas de crimes que são maquiadas para "gentes buenas" verem.


Boix no filme

Conforme a Alemanha percebia que perderia a guerra, começou a destruir os vestígios de suas atrocidades em todos os campos de concentração que mantinha (que não eram poucos). Nesse sentido é que Boix se tornaria fundamental na história (real e fictícia) de Mauthausen, porque propôs como missão pessoal e passou a planejar e executar com seus amigos formas de preservar os registros fotográficos. O resultado de algumas das "obras" que ele fora forçado a criar e que conseguiu preservar estão abaixo (clique nelas para ampliar). 




Agora, a pergunta que todos fazem quando leem resenhas desse tipo: o filme é bom ou não é?

Em nossa opinião é SIM. Primeiro porque, como dissemos, ele foge do círculo hollywoodiano. Mas, além disso, porque tem uma história bem contada, tem uma fotografia bem feita e uma atuação excelente de Mario Casas. Ele serve para informar, para lembrar, para recriar, mesmo que seja um filme e não exatamente um documentário. Enfim, ele serve para uma noite fria de sábado, sob o risco de muita emoção e de revolta contra alguns seres (supostamente) humanos.

Boix da vida real


Ignacio Jose Mata  
 Mauthausen

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Assista ao trailer


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Como os boatos, as fábulas são boas demais para não serem contadas. São elaboradas com todo o cuidado para caber num molde comprovado pelo tempo. As histórias de sucesso têm heróis ou heroínas, enredos claros e finais felizes. O bem combate o mal, Davi vence Golias e os sábios vencem os tolos. 

MITOS SOBRE A FUNDAÇÃO DOS ESTADOS UNIDOS disseca esses contos da carochinha, onde revolucionários norte-americanos foram melhores e mais espertos que os europeus decadentes. “Este passado inventado, consagrado como ‘patriótico’, pinta um auto-retrato elogioso da nossa nação. Posamos diante do espelho com as nossas melhores roupas”, encerra.

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