Identidade 85 ::

Eu queria ser

por Conceição A. Pereira | Terças Poéticas

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por Conceição A. Pereira | Terças Poéticas

terça-feira, novembro 13, 2018

Eu queria ser | por Conceição A. Pereira | Terças Poéticas



Eu queria ser...
cristalina como a água,
linda como a lua, 
simples como a noite, 
magnífica como as estrelas, 
útil como as pedras, 
que em um gesto de doação total, 
proporcionam abrigo à água,
ser como o dia...

Eu queria ser...
a paz que tanto se anseia, 
o sorriso sempre verdadeiro, 
o amor leal eternamente, 
o sol que sempre nos ama...




Conceição Aparecida Pereira é professora de Língua Portuguesa e Literatura, formada em Letras pela UNIJUÍ, mestre em Educação e Cultura pela UDESC, membro da ALBSC - Seccional Barra Velha, poeta, cronista, contista, mas antes de tudo uma recolhedora das suas próprias histórias de vida, arte e amor.

Este poema compõe o livro Depois daquela noite...

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segunda-feira, novembro 12, 2018

LANÇAMENTO! Saiu o 5º volume, inédito, da série "O Brasil Republicano", de Jorge Ferreira!


Acaba de sair volume inédito da série "O Brasil Republicano", compilação de Jorge Ferreira: desta vez o volume 5 aborda O tempo da Nova República – Da transição democrática à crise política de 2016.

💬 O que o livro conta?

A importante coleção O Brasil Republicano retorna às livrarias com volume inédito. Nas primeiras décadas do século XXI, temas como democracia, cidadania e República surgem, em diferentes interpretações, como dilema e desafio que a sociedade brasileira enfrenta no cotidiano. 

Partilhando dessas preocupações, planejamos e organizamos a coleção O Brasil Republicano, em cinco volumes: O tempo do liberalismo oligárquico (edição revista), O tempo do nacional-estatismo (edição revista), O tempo da experiência democrática (edição revista), O tempo do regime autoritário (edição revista) e O tempo da Nova República. 

Este quinto volume da coleção reúne 13 capítulos e compreende o período democrático iniciado em 1985 e encerrado em 2016, com a crise política que destituiu Dilma Rousseff da Presidência da República. O ano de 1985 inicia-se com o falecimento do presidente eleito, Tancredo Neves, o que levou o vice, José Sarney, à Presidência da República, em um governo marcado por práticas políticas tradicionais e descontrole da economia. A primeira eleição direta após o período autoritário levou à Presidência Fernando Collor de Mello, afastado após um processo de impeachment. Seu vice, Itamar Franco, implantou programa de estabilização econômica: o Plano Real. Fernando Henrique Cardoso, por dois mandatos, colocou o Brasil na rota do neoliberalismo. O Partido dos Trabalhadores ascendeu ao poder, com dois mandatos de Luiz Inácio Lula da Silva e outros dois de Dilma Rousseff. Contudo, o último mandato foi interrompido por um processo de impeachment – também definido como golpe de Estado. Em meio a isso, a ebulição e criatividade da produção cultural e artística da época, com o Rock Brasil, a literatura, o cinema e as artes plásticas. 

O volume reúne textos de: Adelaide Gonçalves, Alessandra Carvalho, Américo Freire, Angélica Müller, Brasilio Sallum Jr., Cláudia Viscardi, Estevão de Rezende Martins, Fernando Perlatto, Francine Iegelski, Jorge Ferreira, José Ricardo Ramalho, Luiz Carlos Delorme Prado, Luiz Sérgio de Oliveira, Maria Antonieta p. Leopoldi, Maria Fernanda Garbero, Mario Luis Grangeia, Marly Motta, Rafael de Luna Freire, Rodrigo Patto Sá Motta.


O organizador, como já dissemos é Jorge Ferreira, Professor Titular da Universidade Federal Fluminense (UFF).

Abaixo contracapa do livro:

🔎 Onde adquirir: amzn.to/2DAEhej


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domingo, novembro 11, 2018

Especial Primeira Guerra Mundial - 100 anos!




Começamos a partir dessa postagem um especial para falar sobre a Primeira Guerra Mundialum dos eventos (senão o evento) que mais marcaram a história do século XX, que levou Eric Hobsbawm a chamá-lo de a Era das Extremos

Ela foi chamada de Grande, mas ainda com toda sua grandeza não recebeu os mesmos "louros", a mesma quantidade de filmes e os mesmo número de monumentos memoriais que a sua sucessora, chamada de Segunda por sua causa. Apesar disso, motivados pelas proximidades de seu centésimo aniversário, alguns livros e produções cinematográficas vem surgindo, alimentando a imaginação histórica dos que gostam de saber sobre as Grandes Guerras do século próximo passado, como é o caso, por exemplo, dos filmes recentes Cavalo de Guerra e O Barão Vermelho.


 dvd barão vermelho
Capa do filme O Barão Vermelho (2008)

A Primeira Guerra Mundial completa seus 100 anos no dia 28 de junho, data marco de seu início, quando ocorreu o assassinato de Francisco Ferdinando, o Arquiduque da Áustria e até então herdeiro do trono do Império Austro-Húngaro, em Sarajevo, Bósnia.

Sua morte foi uma "desculpa" para o início das hostilidades, tendo entre os mais importantes motivos as tendências imperialistas das grandes potências europeias, com suas indústrias desenvolvidas e sedentas por manter os seus recantos imperiais (na África e Ásia, sobretudo) e ainda por expandi-los, se possível. Às colônias cabia a função de compradoras das mercadorias europeias, sejam quais fossem elas, e fornecedoras de matérias primas, além das outras riquezas minerais. 

Soma-se às tendências imperialistas propriamente, a exacerbação dos nacionalismos europeus, usados para promover a adesão de suas populações à causa da guerra. Temos  nesse contexto o nacionalismo das populações que se encontravam dominadas pelo Império Austro-Húngaro ou pelo Império Russo, que ansiavam por suas independências (como é o caso da Bósnia em relação à Áustria-Hungria, local estopim dos primeiros conflitos). 

No conflito se alinharam países que eram inimigos clássicos, como Inglaterra e França. Na divisão das potências tivemos: a Tríplice Aliança, entre Alemanha, Áustria-Hungria e Itália, que muda de lado em 1915; e a Tríplice Entente, entre as citadas Inglaterra e França, mais o então Império Russo, do Czar Nicolau II, que sai em 1917 do conflito para fazer sua Revolução de Outubro, mais os Estados Unidos que entraria na Guerra só em 1917.



Pôster anuncia o filme Under Four Flags (Sob quatro bandeiras), que foi feito pela Divisão de Filmes do Comitê de Informações Públicas, um órgão do governo estabelecido nos Estados Unidos, mostrando a união entre Estados Unidos, França, Grã-Bretanha e Itália.

Ela começou com as potências envolvidas não imaginando conflitos tão longos e abrangentes. E no final, deixará uma triste marca na história da humanidade, com um saldo assustador de aproximadamente 9 milhões de soldados mortos e 20 milhões de feridos. Mas também a Grande Guerra abriu espaço para novas experiências, com a esperança lançada pelo Comunismo Russo - que se deu certo ou não, já é outra discussão. 



"A única estrada para os ingleses", cartaz inglês para o alistamento de soldados.

Bom, mas essas e outras informações vocês poderão acompanhar nos próximos fins de semana, onde teremos postagens especiais, terminando enfim no dia 28 de junho, data marco do início de tudo.

Sugestão de livro:

David Stevenson 
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* Imagem do topo: '''Description''': Trincheiras na Flandres na Primeira guerra mundial em La Lys, em 1918. 

** Com exceção da capa do filme O Barão Vermelho, as demais imagens foram extraídas do site www.wdl.org.

*** Originalmente postado em 31/maio/2014.

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sábado, novembro 10, 2018

Papo de professor: quebra-cabeças





Às vezes quando damos aulas e aplicamos atividades sentimos como se fossemos fabricantes de quebra-cabeças e como se os alunos vivessem para montá-los, ou quase isso...

Falo isso pensando em História, matéria que me formei e dou aulas, sempre observando a maneira como cada aluno se põe a montar a imagem que lhes é oferecida em partes dispersas em palavras e imagens quando das atividades propostas. 

Sabemos que não são todos (todas) iguais, que tem gente diferente, de cabeça de todo tipo, com tempos de aprendizagem distintos por vezes, com limitações sempre presentes.  Devemos valorizar a diferença, não desprezando o tempo de cada um, mas sabendo também que o desinteresse é uma infeliz realidade. De qualquer forma, observar a maneira com que pegam aquilo que lhes é oferecido (textos, imagens, sons, etc.) e dele fazem uso nos ensina bastante coisa sempre.

Mas, aqui não vou falar daqueles que sofrem por alguma limitação intelectual (que muitas vezes nos dão verdadeiras lições de dedicação e zelo) e à parte o desinteresse, falemos daqueles que são ditos "normais" e são postos a montar os quebra-cabeças...

Reparo que, nas turmas que venho trabalhando, a maioria se preocupa em encaixar as peças que encontra em livros e textos, "achando-as" e por vezes (alguns dirão com frequência)  não dando conta, produzindo assim verdadeiros Frankensteins, com peças desconexas e forçadamente ligadas, onde as "imagens" produzidas são distorções de dar calafrios. Mas lembremos que alguns deles tentaram, com algum esforço...

Alguns outros, por sua vez, se preocupam em colocar tudo no seu lugar, com visão lógica do tabuleiro, ordenando e anotando minúcias. Daí lembremos que estamos falando de uma disciplina que é das Humanas, que não pode ser tão bem encaixadinha assim... De qualquer maneira esses se preocupam em não perder nenhuma peça, em colocar tudo no seu devido lugar. Desses podemos esperar coisas boas, cenas bem produzidas, embora sem deles ousar fugir. 

Mas, existem os "reinventores" - e como dá gosto quando eles dão as caras! São aqueles que vão além, reelaborando o que leem/veem, aumentando o nível e a quantidade de peças no encaixe, deixando as simples carinhas e paisagens de poucas cores para se aventurarem em paisagens ricas e cheias de vida, acrescentando por vezes (e por conta própria) peças novas. Esses devem sempre saber que são livres pra ousar e ir além do que não constava do roteiro inicial. São essas mesmas produções que dão vida nova e enchem nossos olhares de belas imagens, nos fazendo deixar a vida de inventores "super espertos" para nos tornarmos observadores (por que não?) de raridades que poderiam se tornar rotina...

E no fim, o que esperamos é que ao menos se sintam desafiados e que os quebra-cabeças que oferecemos nos sejam de vez em quando devolvidos com novas cenas, daquelas que fazem o quadro montado valer toda vista!

Dica de livro:
 livro os judeus do papa
de Gordon Thomas

* Originalmente postado em 20/maio/2015.

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terça-feira, novembro 06, 2018

O pôr-do-sol | por Conceição A. Pereira | Terças Poéticas



Uma paisagem magnífica, 
Um belo e maravilhoso espetáculo da natureza 
Que aparece sempre e cada vez mais lindo e intenso.

É sem dúvida algo muito bonito, 
porém quando se está sozinho 
ou bem acompanhado... 
transforma-se num poema de amor 
ou de consolo...

Tenha a certeza de que quando 
você estiver em um momento ruim 
ou maravilhoso olhar fora da janela 
e ver o pôr-do-sol ele lhe passará um poema 
que não pode ser escrito, 
que nem pra falar dá, 
somente senti-lo com emoção.

Se o dia for de chuva e você, 
então não puder mais observar o sol, 
não desanime por isso, 
saiba que em algum lugar do mundo 
ele está aparecendo e mesmo distante, 
você pode senti-lo com a mesma intensidade e carinho.

O pôr do sol é exatamente como você o sente e vê...





Conceição Aparecida Pereira é professora de Língua Portuguesa e Literatura, formada em Letras pela UNIJUÍ, mestre em Educação e Cultura pela UDESC, membro da ALBSC - Seccional Barra Velha, poeta, cronista, contista, mas antes de tudo uma recolhedora das suas próprias histórias de vida, arte e amor.

Este poema compõe o livro Depois daquela noite...

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sábado, novembro 03, 2018

DOCUMENTÁRIO: Ditadura militar - História do Brasil - por Boris Fausto (em HD)



Mais um episódio da série de Bóris Fausto sobre a História do Brasil, que desta vez trata da Ditadura Militar no Brasil (1964 a 1985). 

O altor do livro homônimo, História do Brasil, é bem conhecido dos professores, pois nos tem auxiliado como ferramenta diferenciada de ensino e fonte de debate nas aulas de História e disciplinas afins.



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