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O que é Imperialismo?

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Filme "Cavalo de Guerra"

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O programa o Som do Vinil fala sobre "Elis e Tom"

sexta-feira, abril 19, 2019

Como envergonhar os índios do Brasil, por Xuxa Meneguel





Pensando sobre o "dia oficial do índio", lembrei dessa "pérola" da Xuxa - ou será que reencontrei?! Fiquei com uma baita vergonha do que eu gostava quando era criança e de quebra pude perceber como aprendi a humilhar os primeiros habitantes do Brasil.

Me desculpem os amigos que ainda são fãs dela, mas Xuxa Meneguel é campeão de polêmicas com coisas que hoje achamos absurdas, como posar nua em filme com crianças, apresentar programa com pouca roupa, sem contar a polêmica com os evangélicos que lhe imputam a culpa pelas "bonecas malditas". 

Agora, nesse vídeo, aproveitando o momento, ela representa bem a visão estereotipada que muitos alimentavam e difundiam (para não dizer difundem) e nos mostra como submeter os índios de verdade a uma ofensiva sessão de vergonha e horror. Reparem nas crianças indígenas do mesmo vídeo.

E adivinhem o que aprendemos sobre eles nas escolas e de que forma aprendemos a ver-los e "imitá-los" nos anuais 19s de abril? Segue a cartilha da rainha dos baixinhos.


Dica de livro:


Políticas culturais e povos indígenas 
John Manuel Monteiro 
Clique aqui!

* Originalmente postado em 25/abr./2015.

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VÍDEO: Quem são os índios do Brasil? (Todo dia é dia de índio) [José A Fernandes]



Algumas pessoas olham os índios com preconceito, outras nem sabem que eles existem. Muitos só conhecem os "índios de papel", aqueles dos livros. Mas eles estão por aí, ora odiados por quem se sente ameaçado, ora defendido por quem deixou o preconceito de lado e busca entendê-los.

Caso esteja recebendo esse post por e-mail, clique aqui para assistir.

Dica de livro
 livro índios no brasil

Manuela Carneiro Da Cunha
Clique aqui!

* Originalmente postado em 19/abr./2018.

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VÍDEO: O que é Imperialismo?




IMPERIALISMO: importante para entender os motivos da Primeira Guerra Mundial, o passado de continentes dominados, o presente de países em crise constante, guerras e miséria. Esse é o evento histórico que deixou marcas profundas na África, Ásia e América Latina.

Quais as formas que ele assume ao longo do tempo? Quem foram os dominadores? Ele acabou ou ainda existe Imperialismo? O Brasil também foi explorado? 

Veja o vídeo até o fim e não esqueça de interagir conosco!


Caso esteja recebendo esse post por e-mail, clique aqui para assistir.

Dica de Livro:

 livro o grande oriente médio vizentini
Paulo G. Fagundes Vizentini
Clique aqui!

DICA DE LIVROS SOBRE O IMPERIALISMO:

:: Cultura e Imperialismo - Edward Said https://amzn.to/2QGG9Fu
:: Imperialismo Ecológico - Alfred W. Crosby https://amzn.to/2MJ4OpP
:: O Imperialismo - Hector Hernan Bruit https://amzn.to/2D8fGxR
:: Da Revolução Industrial Inglesa Ao Imperialismo - Eric J. Hobsbawm https://amzn.to/2xlOmH9
:: Origens do totalitarismo - Hannah Arendt https://amzn.to/2D9p6t9
:: História da China - John G. Roberts https://amzn.to/2NRbBm2
:: Imperialismo Global - Flávio Bezerra de Farias https://amzn.to/2QGGsQE
:: A Política Externa Norte-Americana e Seus Teóricos - Perry Anderson https://amzn.to/2NjwaIe
:: O Caminho para Wigan Pier - George Orwell https://amzn.to/2piizCH

Assista também ao nosso outro vídeo Como fui pra Argentina de ônibus (e o que fiz lá) clique para ir!


* Originalmente postado em 25/jan/2017.

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RESENHA: Filme "Cavalo de Guerra" (2012)




Eu fiquei pensando tempos atrás se deveria comentar o filme Cavalo de Guerra (War Horse). Não que ele não seja bom, esteticamente sobretudo, mas a minha dúvida era se eu iria trazer alguma novidade, afinal, alguns professores que eu conheço já vem usando ele e alguns alunos já me disseram que já assistiram. De qualquer forma, quero tentar dizer algo nesta postagem sobre Primeira Guerra Mundial e as minhas impressões sobre o filme.

Trata-se de uma obra de ficção de Steven Spielberg, baseada no livro de mesmo nome de Michael Morpurgo (1982), ambientada na Europa do início de século XX, em plena Primeira Guerra Mundial. Lançado em dezembro de 2011 nos EUA e início de 2012 na Grã-Bretanha, a história é centrada em um cavalo que passa por diversos donos e lados durante a guerra, desde o seu primeiro dono Albert (Jeremy Irvine). 

De início Ted Narracott (Peter Mullan), o pai de Albert, um camponês veterano de guerra condecorado, mas doente e com problemas com bebidas, compra o cavalo em um teimoso leilão, em uma competição com o arrendador da fazenda onde mora com a família. O grande problema é que se trata de um cavalo indomado e extremamente agitado. Sem se importar com o erro inicial do pai e por já conhecer o cavalo, o filho Albert acaba convencendo a família de que conseguiria treiná-lo e usá-lo na plantação a fim de angariar dinheiro para o pagamento do arrendamento da propriedade. 

Tarefa dura, que começa a ser vencida, quando a Guerra chega ao vilarejo onde moram. Consequência disso e da falta do dinheiro da família Narracott, o cavalo é vendido aos soldados.

Aqui é que fica interessante a história e é onde professores podem trabalhar a "realidade" da Primeira Guerra. Isso porque cada um de nossos personagens, o cavalo e Alfred se separam, mostrará os conflitos de uma forma diferente: o cavalo passando por alguns donos, inclusive alemães; o moço indo à Guerra, como era de se esperar para um jovem britânico à época. Em meio à vida nas trincheiras, "terras de ninguém", tiroteios, bombardeios, tanques e gases venenosos, a saga do filme se desenrola.


Soldados britânicos de cavalaria. 
Foto de divulgação.

Claro que trata-se uma super produção de Hollywood, com muitos efeitos e ângulos muito bem trabalhados, o que causa desconforto em alguns professores - alguns preferindo meios tradicionais de mostrar a "realidade" reconstruída, ainda que como plano de fundo, em filmes "de época" ou que se dizem "históricos".

Serve o filme para alimentar a imaginação de alunos e "forçá-los" a pensar a partir do que lhes é familiar, visualmente falando. 

Este longa é também uma novidade para Spielberg, que pela primeira vez se rendeu à edição digital, deixando de lado o processo manual de trabalho direto nas fitas. É aí que o filme pode gerar também o assunto em sala de como a tecnologia vem transformando o mundo do entretenimento - daí não podendo confundir Tecnologia com Ciência


Soldados alemães encarregados de cuidar dos cavalos.
Foto de divulgação.

Enfim, há alguns anos atrás, em comemoração aos 90 anos dessa guerra, a revista Superinteressante lançou um especial, onde o Editor, Eduardo Lima, chamava a atenção para o fato de que a mesma não teria até então gerado nenhum sucesso de bilheteria, "como sua irmã mais nova, a 2ª Guerra Mundial". Pois então eis aí o seu primeiro!


Para adquirir o filme Cavalo de Guerra, clique aqui ou na imagem abaixo.

 dvd cavalo de guerra promoção

* Originalmente postado em 19/mar/2013.

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terça-feira, abril 16, 2019

Fotografia: San Martin e as pombas



San Martín é figura quase unânime na Argentina, está em todo lugar, em nomes de ruas e praças. Libertador do país portenho do domínio espanhol no século XIX, ele tem inclusive seus restos guardados e protegidos na Catedral Metropolitana, em plena Plaza de Mayo, onde também se encontra o palácio do governo (Casa Rosada). 

Dele existem estátuas aos montes, inclusive essa que se encontra na praça que leva o seu nome, no fim da rua Florida. (clique na imagem para ver maior)

Dica do Blog:



Clique aqui! 

Foto: José A. Fernandes

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quinta-feira, abril 11, 2019

Papo de Professor: Minha experiência com Ensino Religioso [com atividades avaliativas]




Deve parecer fácil um professor de História dar aulas de Ensino Religioso, mas não é. Corre-se sempre o risco de "puxar sardinha" para a religião que se é simpatizante. Esse ano de 2018 eu tive uma turma de nono ano com essa disciplina e quero contar a minha experiência, inclusive as atividades que elaborei para isso.

Desde muito tempo ensinar valores religiosos sempre esteve entre as preocupações dos governantes e das igrejas que predominavam sobre algum país. Isso era, aliás, uma característica dos regimes monárquicos. Com a suposta de laicização do Estado Nacional e a "civilização" dos indivíduos, vinha ocorrendo uma separação entre a educação e o clero. Só que, mais recentemente, vem sendo proposta por alguns a volta do ensino de uma religião específica, ficando a cargo do professor fazer a opção.

No meu caso, creio que seja muito mais construtivo criar um diálogo entre as diferentes religiões. Mas, há muita resistência - especialmente se se tratar de religiões afro ou indígenas. Sempre vem predominando, além do mais, as religiões de origem cristã. Contribui para isso o fato de não haver um "norte" muito claro nos parâmetros curriculares nacionais sobre o que deve ser ensinado. 



Bom, como era minha primeira vez dando aulas nessa disciplina tive um pouco de dificuldade, mas pensando um pouco, cheguei a conclusão de que contribuiria muito mais para a vida dos alunos se fizesse algo diferente. Por esse motivo, escolhi para cada bimestre um tema central: assim, os quatro temas escolhidos foram tolerância, diferença, liberdade e, por último, felicidade.

Procurando sempre respeitar as opções de cada aluno, promovi diálogos em torno dos temas. Também exibi alguns curtas metragens que faziam referência aos mesmos. Enfim, elaborei duas formas de avaliação: um trabalho escrito, onde os alunos responderiam a algumas perguntas, a fim de definir o que sabiam sobre o tema e ao mesmo tempo refletissem a respeito; um segundo trabalho era mais "lúdico", propondo que os alunos produzissem um desenho, onde colocariam todos os elementos que já haviam escritos no primeiro trabalho.

Mesmo com alguns alunos tendo dificuldades com o texto e outros reclamando da falta de "talento" para desenhar, os trabalhos de maneira geral foram bem produtivos. Até mesmo alguns que não faziam atividades na outra disciplina que eu ministrava para a mesma turma (História), faziam os trabalhos de Ensino Religioso.

Afinal, acredito que alguns se identificaram, se envolveram, expuseram suas ideias  e mesmo desenvolveram algo de bom. Da minha, espero que a experiência tenha contribuído para torná-los pessoas um pouco melhores, sendo mais tolerantes, respeitando um pouco mais as diferenças, entendendo os limites de sua liberdade e, por fim, encontrando formas de serem mais felizes. Espero, de verdade, que saiam da nossa escola - já que não há Ensino Médio onde leciono - com algo de proveitoso para suas vidas. Se algo próximo a isso ocorrer, já terá valido a pena a disciplina.

Abaixo seguem alguns trabalhos feitos pelos alunos:



Trabalho sobre diferença, da aluna Rita de C. de Oliveira


Trabalho sobre felicidade, do aluno Lucas Cantelli


Trabalho sobre liberdade, da aluna Stephannye Rocha

Dica de livro:
 livro ensino religioso
Sérgio Rogério Azevedo Junqueira
Clique aqui! 

Leituras sugeridas:


* originalmente postado em 13/maio/2015.

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