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Desenho conceitual de História | TRINCHEIRAS [sugestão de atividade avaliativa]

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terça-feira, maio 21, 2019

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sábado, maio 18, 2019

LANÇAMENTO! O lugar central da teoria-metodologia na cultura histórica, do professor José Carlos Reis




Acaba de ser lançado o livro O lugar central da teoria-metodologia na cultura histórica, do professor José Carlos Reis, pela editora Autêntica.

Nesta obra, o objetivo de José Carlos Reis é demonstrar que a história é, primeiro, “teoria”, no sentido estrito – epistemologia, metodologia, gnosiologia, ontologia, ética, política, estética, linguística – e só depois, a partir de escolhas, decisões, definições, seleções, reflexões e construções teóricas, é crítica documental. Para o autor, o lugar da teoria-metodologia é central na cultura histórica porque o nome “historiador” requer uma qualificação, pois dizer “eu sou historiador” não é suficiente para definir a sua identidade. 

O interlocutor perguntará: historiador de que tipo, de qual tendência, em que perspectiva? Toda obra histórica é uma “teoria” em movimento, implícita e realizada, mesmo quando não explicitada. A escrita histórica sempre teve, tem e terá “partidos”, pois é fundamentada em problemas, hipóteses e valores, que se enfrentam e se combatem em “regimes de historicidade” e “regimes de verdade” históricos.



José Carlos Reis é historiador e filósofo, licenciado em História pela Universidade Federal de Minas Gerais (1981), mestre em Filosofia (1987), licenciado e doutor em Filosofia pela Université Catholique de Louvain (Bélgica, 1992), pós-doutor pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris, 1997), pós-doutor pela Université Catholique de Louvain (Bélgica, 2007). Atualmente é professor associado do Departamento de História da UFMG. 

Além de artigos em revistas especializadas de história e filosofia, já publicou os seguintes livros: Nouvelle Histoire e o tempo histórico: a contribuição de Febvre, Bloch e Braudel (Annablume, 2008), História, a ciência dos homens no tempo (Eduel, 2010 [Papirus, 1994]), Escola dos Annales, a inovação em história (Paz e Terra, 2000), As identidades do Brasil – De Varnhagen a FHC (FGV, 9. ed. 2007), Wilhelm Dilthey e a autonomia das ciências histórico-sociais (Eduel, 2003), História & teoria: historicismo, modernidade, temporalidade e verdade (FGV, 2003), A história entre a filosofia e a ciência (Autêntica, 2004).


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quarta-feira, maio 15, 2019

ATIVIDADE: Desenho conceitual de História | TRINCHEIRAS [sugestão de atividade avaliativa]



Uma das reclamações recorrentes dos alunos em relação à História é quanto ao modo "tradicional" como os professores dão suas aulas. Por isso, selecionamos uma alternativa lúdica, que pode ajudar a despertar um pouco o interesse deles pela matéria.

Sabemos que existem várias formas de fugir da rotina de sala de aula, coisas que muitos professores já usam há anos, tais como ir a museus, visitar locais históricos e feiras temáticas - como as de livros que ocorrem na própria cidade ou em cidades vizinhas. Dentro da própria escola, os professores com frequência fazem uso também de vídeos documentários e slides elaborados de acordo com o conteúdo da vez. 

Além desses, uma das formas como o professor pode ser "diferente" é trabalhar com imagens, nesse caso desenhos produzidos pelo próprios alunos. Isso não é nenhuma novidade, mas é sempre bom expormos o que fazemos, sempre com o objetivo de ajudar novos e "velhos" professores no seu dia a dia.

Então vejamos uma possibilidade. Eu tenho trabalhado a produção de desenhos com meus alunos e posso dizer que tem gerado resultados interessantes. Mas, para que funcione, a nosso ver, o professor precisa ser criterioso e dar muita atenção a cada um no processo de elaboração dos desenhos. O que ocorre, às vezes é de os alunos se perderem, fazerem qualquer coisa que lhes vêm à cabeça, sem conteúdo, sem cuidado, incluindo elementos que não fazem parte do momento histórico que estão retratando. 

Por exemplo, trabalhei recentemente com meus alunos de 9ºs Anos o tema trincheiras na Primeira Guerra Mundial. Eles tinham que fazer um desenho conceitual, onde deveriam retratar algumas situações, ou subtemas, tais como "vida", "morte", "doença" e "dia a dia". Cada um desses pontos requereu certos cuidados, a fim de não incluir na imagem elementos que fossem anacrônicos, que não existissem na época, que fossem de outro momento histórico. É importante também procurar evitar simples cópias do livro, pedindo que criem seu desenho, ainda que partam de imagens que tenham à disposição.

Além disso, como todos nós um dia aprendemos nas aulas de Arte, os desenhos não podem "estar soltos" no espaço, ou seja, precisam ter contexto, ter plano de fundo. Outra coisa, desenhos, para ganharem mais vida, precisam ser pintados. Enfim, boa parte dos meus alunos conseguiram mostrar o que haviam entendido sobre trincheiras e consequentemente conseguiram compreender melhor um momento chave da Primeira Guerra Mundial.

Claro que é sempre bom criar uma finalidade para o desenho, para não ser apenas uma obrigação sem "retorno". Ou, pior, ser apenas uma oportunidade deles matarem tempo. Por isso, criei um concurso, onde os cinco melhores desenhos, de acordo com votação de todos na classe, ganhariam uma quantidade de pontos em algum dos trabalhos avaliativos do trimestre (sistema que aqui em Santa Catarina substituiu o bimestre).

Autor: Maria Clara Borges de Medina

Pra mim isso tem funcionado bastante (como podem ver nas duas fotos que compartilho junto com essa postagem). Espero que ajude como sugestão. Mas e pra você que já está a mais tempo na área, que já usou dessas e outras ferramentas, tem alguma experiência do tipo? Comente e compartilhe suas vivências.

Dica de livro:
 livro primeira guerra
Margaret MacMillan

* Imagem da capa de autoria de Sara Letícia Teixeira da Costa.

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quinta-feira, maio 09, 2019

Indústrias no Brasil Colônia | por José A. Fernandes


Rugendas
 
Sabemos que o Brasil, há tempos atrás, era apenas um grande exportador de matérias primas, tendo passado por alguns ciclos ao longo de sua história econômica. Disso não saiu por uma série de entraves, que só bem tarde foram sendo superados.

Desde que começou a figurar entre os europeus, o que passou a se chamar "Brasil" vem vivendo momentos em que os produtos exportados se sucedem em importância. A começar pelo pau brasil, seguimos com grandes exportações de cana de açúcar, fumo, cachaça, algodão e café (com mais conhecido destaque para esse fruto da rubiácea) - ganhamos também visibilidade com a grande exportação de ouro.

Assim, tomando o que nos diz Roberto Simonsen, um autor muito conhecido entre os historiadores econômicos, em seu História Econômica do Brasil, vemos que "na era colonial, afora os estaleiros navais, que os houve, importantes e produtivos, e os engenhos, rara foi a indústria instalada no país"


Debret
Escravos carpinteiros. Gravura de Jean Baptiste Debret.

Os governantes portugueses proibiam tudo que pudesse significar concorrência. No século XVIII foram os ourives, "para evitar o contrabando do ouro ou a exportação das moedas". Depois foi a vez das indústrias e fábricas do país, proibidas por um decreto de 1785 da rainha D. Maria (a mesma que viria a ser conhecida pela alcunha de A louca). 

Nesse caso das indústrias, a ideia era a de não distrair os braços da lavoura e, assim, também, assegurar uma diferenciação na produção entre a Metrópole Portugal e a Colônia Brasil. O que queriam os governantes portugueses era garantir que seus produtos industriais tivessem mercado por aqui.  


ouro
Barras de ouro do Brasil Colônia

A situação do Brasil só começaria a mudar a partir do século XIX, com a vinda da família real para o Brasil. Ainda assim timidamente, como podemos ver depois com a sobrevivência do sistema monocultor e a predominância dos produtos primários para exportação em relação ao consumo interno. Neste mesmo século e começo do XX o produto da vez viria a ser o café, que aliás teria papel importante na criação de indústrias no Sudeste brasileiro.

  Rugendas
Moenda de cana. Gravura de Jean Baptiste Debret.
O fato é que, enquanto estivemos dominados pelos portugueses, não houve condições para o desenvolvimento de uma industrialização nacional. Claro que, mesmo "libertos" de Portugal, o entrave viria depois da Inglaterra, embora em outras condições.

E durante todo esse período, nossos índios e negros (sobretudo o segundo grupo) serviram como mão de obra para grandes produções, enquanto os nossos "empresários" se preocupavam com a organização, controle ou em agir como intermediários entre o que era produzido e a venda aos compradores e companhias de comércio.

De qualquer forma, já na segunda metade do século XIX as coisas começariam a mudar. Mudariam inclusive no que diz respeito aos trabalhadores, que começaram a somar os imigrantes, cada vez em maior número, tendo em vista aí o processo de extinção da escravidão, sobretudo a partir da proibição do tráfico negreiro em 1850.

* Originalmente postado em 17 de novembro de 2012.


** Imagem do topo: Moenda de cana. Gravura de Johann Moritz Rugendas.


Referência:

Roberto Simonsen - História Econômica do Brasil. 6 ed. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1969.


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quarta-feira, maio 08, 2019

Sobre 13 de maio e o fim da escravidão: imagens de outras épocas


   
Bom, já que no dia 13 de maio rememoramos o dia em que o Brasil, por meio de um ato simbólico da Princesa Isabel, resolveu se desfazer de seu sistema escravista, resolvi selecionar algumas imagens que mostram desde algumas situações do dia a dia do escravo até os momentos de alegria da assinatura da Lei Áurea e as manifestações em público no Rio de Janeiro, capital do Brasil na época.



Escravo de ganho na cidade de Rio de Janeiro, 1865. Sem dados de origem/Domínio público.

Escravos numa plantação de café - Marc Ferrez, c. 1882//Domínio público.

Escravos brasileiros II. Henry Chamberlain/Domínio público

Escravo brasileiro, 1865. Sem dados de origem/Domínio público.

Mulher escrava, c. 1870/1880, Brasil. Marc Ferrez/Domínio público..

Sessão para aprovação da Lei Áurea na Câmara,10/05/1888. A. Luiz Ferreira/Domínio público.



 Maio de 1888, prédio do jornal O PAIZ. Luiz Ferreira/Domínio público.
 13 de maio de 1888, Povo no paço. Luiz Ferreira/Domínio público.

Dica do blog:
 livro visoes da liberdade

Sidney Chalhoub

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Algumas fontes:


domingo, maio 05, 2019

Leva - Tim Maia (letra e música)



Uma das músicas mais lindas gravadas pelo síndico Tim Maia. Composição de Paulo Massadas, ela fez parte do álbum "Tim Maia - vol. 9" de 1985, por coincidência o ano em que este blogueiro nasceu. 


O disco

Leva

Composição: Paulo Massadas

Foi bom eu ficar com você
O ano inteiro
Pode crer!
Foi legal te encontrar
Foi amor verdadeiro
É bom acordar com você
Quando amanhece o dia
Dá vontade de te agradar
Te trazer alegria...

Tão bom encontrar com você
Sem ter hora marcada
De falar de amor bem baixinho
Quando é madrugada...

Tão bom é poder despertar
Em você fantasias
Te envolver, te acender
Te ligar, te fazer companhia...

Leva!
O meu som contigo, leva
E me faz a tua festa
Quero ver você feliz
Uh! Uh!
Leva!
O meu som contigo, leva
E me faz a tua festa
Quero ver você feliz...

É bom quando estou com você
Numa turma de amigos
E depois da canção
Você fica escutando
O que eu digo...

No carro, na rua, no bar
Estou sempre contigo
Toda vez que você precisar
Você tem um amigo...

Estou pr'o que der e vier
Conte sempre comigo
Pela estrada buscando emoções
Despertando os sentidos...

Com você, primavera, verão
No outono ou no inverno
Nosso caso de amor tem sabor
De um sonho eterno...

Leva!
O meu som contigo, leva
E me faz a tua festa
Quero ver você feliz
Uh! Uh!
Leva!
O meu som contigo, leva
E me faz a tua festa
Quero ver você feliz...(2x)

Se estiver recebendo por e-mail, clique aqui para ouvir a música.


* Originalmente postado em 30/dez./2014

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