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EUA vs China

A eterna possibilidade de guerra entre os velhos e os novos grandes

Historiadores em Perfil

Sérgio Buarque de Holanda

sábado, outubro 31, 2020

Bibliotecas... | José A. Fernandes



O dia do livro, comemorado no dia 29 de outubro, me fez lembrar que, ao longo de nossas vidas conhecemos algumas bibliotecas...

Ainda que sejamos "obrigados" a frequentá-las por professores "chatos", que insistem em ter esperança de algo nos ensinar. Claro, também, que têm professores que levam alunos para bibliotecas só para, como dizem aqui pelas bandas de Santa Catarina, "gaziar aula". Mas, o certo é que esses lugares existem na vida de qualquer escolar ou universitário.

As bibliotecas parecem padecer do mesmo raquitismo do sistema educacional do Brasil. Basta olhar para as municipais. A menos que esteja em uma capital de estado ou distrito federal, caso que lhe dá muito mais visibilidade, as bibliotecas ofertam materiais, em muitos casos, obsoletos e pouco educativos. Claro que existem exceções, mas não parecem muito frequentes. No caso das bibliotecas de faculdades e universidades, por exemplo, a limitação está em ser elas reservadas para alunos e funcionários das próprias instituições. 

Um dos motivos para o desinteresse do poder público em investir em bibliotecas, ou pelo menos essa é a desculpa, é que não existe demanda e que os brasileiros não gostam de ler. Mas isso não parece uma desculpa de "viciado"? Como quem diz, "ah, eu não faço isso porque não mudaria nada mesmo!". Claro que a culpa não é só do poder público, mas também de alguns professores que não conseguem se encontrar e muito menos inserir seus alunos nesse reduto dos livros.

Imagem ilustrativa extraída da internet.

O que resta para muitas pessoas é a opção às bibliotecas particulares. Pelo menos para quem consegue comprar livros, que por vezes têm preços bem salgados. Neste caso, haveria um quê de egoísmo, afinal são livros que passarão a vida toda em poder de poucas pessoas, pelo menos enquanto estas viverem, enquanto outras continuam a margem, sem alcançá-los.

Me lembro de quando era criança e depois adolescente (é, eu sou humano...rs), que frequentava a biblioteca pública da pacata Urupês, no interior de São Paulo. No começo tive o incentivo de professores e professoras, quando ia com colegas pesquisar ou simplesmente ler. Lembro de muitas tardes em que ia logo após o almoço e ficava até fechar, tendo trocado muitas conversas com a bibliotecária, uma jovem senhora muito simpática por nome Eliane. Digo isso porque era muito prazeroso para mim. Digo isso porque acredito que existe alguma coisa que nós professores podemos fazer para incentivar nossos alunos à descobrirem as bibliotecas. Digo isso porque fico indignado com o descaso com que são tratados esses espaços tão importantes.

Nos últimos tempos esses espaços de armazenar livros e de leituras vem sofrendo uma crescente concorrência dos meios digitais. Muitas pessoas estão comprando e-books por serem mais baratos e mais práticos (pelo menos para alguns). A própria ideia que temos de biblioteca vem se transformando e ganhando novos significados. 

Talvez as novas situações que vem surgindo sejam uma solução contingencial e cômoda, mas eu ainda gosto de sentir o cheiro dos livros e folhear páginas; eu ainda gosto de sentar em mesas, por vezes desconfortáveis, para ler por necessidade ou por prazer. E acho que muita gente ainda gostaria de fazer o mesmo.



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* Imagem do topo da charge adaptada de edSTEIN.
** Última imagem: biblioteca digital. Imagem extraída do site http://www.gs1br.org/

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sexta-feira, outubro 30, 2020

A misteriosa morte de Marilyn Monroe | José A. Fernandes [contém fotos!]




Ser Marilyn Monroe não devia ser fácil. Nem depois de sua morte as coisas se clarearam. Existem muitas teorias sobre isso, inclusive sobre um possível assassinato.

Diferente de Elvis, no caso de Marilyn não há dúvidas de que ela tenha morrido. As dúvidas estão na forma e nos motivos do ocorrido. Surgiram várias teorias a respeito. Uma delas dá conta que a mesma teria planejado e executado seu suicídio, tendo tomado uma dose exagerada de remédios. É uma das versões mais aceitas, embora haja algumas teorias, que se não foram provadas ainda, deixam muitas dúvidas no ar!

Uma das principais delas ganhou força ao longo dos anos, especialmente quando o detetive Milo Speriglio revelou em 2001 (quase 40 anos depois de sua morte!) informações que intrigaram muita gente e assustaram por seus detalhes. 

O que ele contou, juntamente com as incongruências nos depoimentos prestados por quem estava próximo dela, inclusive no dia da sua morte, geraram uma forte suspeita de queima de arquivos. Isso porque haveria uma ligação direta dela com gente muito importante no meio político, no caso, sobretudo, com os Kennedy. Por saber demais ou por se acercar demais do presidente John e do irmão Robert (Bob) Kennedy, ela teria tido acesso à informações sigilosas e representaria por isso uma ameaça. Parece não haver dúvidas de que ela teria tido de fato um caso amoroso com os dois, mas sentia-se atraída por John. Para piorar, como eles, ela também teria alguma ligação (ou pelo menos teria informações importantes) com a máfia norte-americana. Justamente por causa da sua obsessão pelos Kennedy, ela teria feito ameaças de falar o que sabia - teria inclusive marcado uma coletiva de imprensa. 

Ela estava sendo vigiada o tempo todo. Havia gravadores escondidos em todos os cômodos da sua casa, inclusive no seu quarto e no seu banheiro. Mesmo assim, todas as gravações de seus telefonemas, que estavam grampeados, e outras evidências da morte de Marilyn simplesmente desapareceram. O relatório da autópsia foi perdido de forma no mínimo misteriosa. Até a documentação do FBI refente ao caso desapareceu e muitos amigos de Marilyn que tentaram investigar mais o ocorrido receberam diversas ameaças de morte.

Há quem diga que viu Bob Kennedy e um médico entrando na casa dela no dia da morte. Teriam havido fortes discussões entre o irmão do presidente e ela: especialmente porque Robert havia prometido se casar com ela e interrompeu o relacionamento, o que a deixou em desespero e descontrolada emocionalmente. O que veio depois, quase ninguém sabe (e possivelmente nunca saberemos). No entanto, algumas gravações foram recuperadas.

Quando o detetive Speriglio chegou à casa, encontrou o médico e o psiquiatra de Marilyn sentados em frente à cama da atriz. Ele disse que a expressão do psiquiatra naquele momento era de culpa. Afirmou também que “foi ele [o psiquiatra] quem aplicou a injeção de Nembutal líquido". Nessa versão, todos estariam, de alguma forma envolvidos, sendo aquela a chance de calar Marilyn. "Não esqueça de que ela havia marcado uma coletiva com a imprensa dizendo que iria contar tudo”, fez questão de chamar a atenção o detetive. 

De qualquer forma, as investigações sobre o que dissemos nunca foram adiante, por falta de provas, sobretudo. Mas, seguem até hoje perguntas sem respostas, como por exemplo: por que o relatório da autópsia ficou incompleto na ocasião? Parecia que todos já tinham confirmado que se tratava de suicídio por overdose, antes mesmo de fazerem os exames. O legista responsável, Dr. Noguchi, mesmo contrariando ordens superiores, examinou e afirmou que se ela tivesse se suicidado ingerindo os comprimidos oralmente, todo o trato digestivo estaria amarelado em decorrência dos corantes adicionados nesse tipo de remédio. Além do que o estômago e o intestino estavam vazios e de acordo com o exame de sangue e com a análise de pedaços do fígado, o nível da substância se encontrava altíssimo no sangue e não no fígado. Essa é mais uma questão que talvez nunca seja desvendada. Teria então sido a substância injetada diretamente na corrente sanguínea de Marilyn? 

Apesar das suspeitas, segue até hoje como causa oficial da morte de Marilyn Monroe o excesso de barbitúricos, fato deliberado ou sem intenção. Ela tinha 36 anos quando Eunice Murray, sua governanta, encontrou seu corpo pouco depois da meia-noite, após ver luz saindo por debaixo da porta do quarto de dormir e não ter resposta aos seus chamados. Naquele 5 de agosto de 1962, estiveram no local, além da governanta, o médico Engelberg e o psiquiatra que tratava de Marilyn, Dr. Greenson. O corpo de Marilyn estava nu, caído em diagonal sobre a cama, de barriga para baixo, com os pés enrolados num acolchoado e com o braço direito esticado segurando o telefone.


Veja fotos do corpo da atriz:
(clique na foto para ampliar)
(se não gosta desse tipo de cena, não se recomenda seguir na postagem)






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Dica de Livro:

livro marilyn monroe
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ELVIS PRESLEY O que você precisa saber sobre | José A. Fernandes




Se quiserem conhecer fatos sobre a vida de Elvis Presley, assistam esse vídeo. Se já conhecem, mandem pros amigos que gostariam de conhecer!

Esse vídeo é uma oportunidade de apresentar pra vocês os principais fatos de sua vida e uma série de curiosidades "elvísticas". Talvez não seja um vídeo para "avançados", mas com certeza ajuda a sintetizar a trajetória de um dos maiores artistas de todos os tempos! 


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A história da Oliver Twist



Um órfão vivendo nas ruas de Londres, sobrevivendo no mundo capitalista de inícios do século XIX: eis a história de Oliver Twist. 

Numa cidadezinha da Inglaterra, uma jovem dá à luz um menino e morre em seguida. O pequeno órfão recebe o nome de Oliver Twist e vive seus primeiros nove anos em instituições de caridade. Essas instituições não eram o melhor lugar do mundo para se viver: havia exploração, inclusive o uso do trabalho infantil, para pagar os custos dos cuidados com o menor abandonado. Não suportando a exploração e tantos maus-tratos, Oliver foge para Londres, onde inadvertidamente se junta a um bando de marginais, comandado por um dos grandes vilões da história da literatura - Fagin. 

Dada a sua condição miserável ele aprende a "arte" do furto e é levado a praticá-lo nas ruas da cidade, para poder comer e também para alimentar a ganância de Fachin, que teria o “adotado” – na verdade o recolheu para explorá-lo como fazia com os outros meninos que ele encontrava na mesma situação pelas ruas de Londres.

Oliver Twist passa por muito sofrimento e privações, até que a sorte dele muda e ele passa a viver feliz com a herança que o pai lhe deixou e com a inesperada família que encontrou. 

Publicado originalmente em folhetim (história em pequenas porções) em 1837-1838, Oliver Twist é um dos livros mais famosos do famoso autor Charles Dickens (1812-70) e o primeiro romance em língua inglesa a ter uma criança como protagonista. 

Mas ainda em relação ao livro, como ocorre na maioria de suas obras, Charles Dickens usou da imaginação para criar as peripécias de suas personagens, porém retratou com boa dose de realismo a sociedade de seu tempo, ou seja, o começo do século XIX, a Inglaterra industrial. O país que era "a fábrica do mundo", onde contrastavam a riqueza dos burgueses e capitalistas de um lado e a desgraça de trabalhadores que morriam cedo e crianças órfãs de seus pais que fugiam dos orfanatos e acabavam nas ruas de outro. 

Na época, os leitores acompanhavam os folhetins de Charles Dickens com tanto interesse que muitos deles foram adaptados para o palco dos teatros antes mesmo de serem concluídos. Assim, quando saiu o último capítulo da história de Oliver Twist, já estavam em cartaz seis peças baseadas na história do pequeno órfão. 

Com o advento do cinema, diversos roteiristas utilizaram o romance de Charles Dickens e lançaram as mais variadas versões de Oliver Twist. Uma das melhores, na minha opinião, foi lançada em 2005 (imagem do topo), tendo Barney Clark no papel do menino e o renomado Roman Polanski como diretor. Mas, para quem quiser assistir o filme, até esses dias havia alguma versão dele completo no YouTube.

O Livro
 oliver twist
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quinta-feira, outubro 29, 2020

LANÇAMENTO! A bailarina da morte: A gripe espanhola no Brasil, de Lilia Moritz Schwarcz & Heloisa Murgel Starling

 


Acaba de ser lançado o livro A Bailarina da Morte: A Gripe Espanhola no Brasil, de Lilia Moritz Schwarcz & Heloisa Murgel Starling!


Contundente retrato do Brasil durante a pandemia de gripe espanhola, A bailarina da morte investiga a doença mortal que há um século assombrou a humanidade e revela trágicas semelhanças com a covid-19.

No início do século XX, uma doença chegou ao Brasil a bordo de navios vindos da Europa. A gripe espanhola, como ficou conhecida a explosão pandêmica de uma mutação particularmente letal do vírus H1N1, matou dezenas de milhares de pessoas no país e cerca de 50 milhões no mundo inteiro.

Altamente contagiosa, a moléstia atingiu todas as regiões brasileiras. A “influenza hespanhola” paralisou a economia e desnudou a precariedade dos serviços de saúde. Disputas políticas e atitudes negacionistas de médicos e governantes potencializaram o massacre, que vitimou sobretudo os pobres. Iludida por estatísticas maquiadas e falsas curas milagrosas, a população ficou à mercê do vírus até o súbito declínio da epidemia, no começo de 1919.

A partir de um vasto acervo de fontes e imagens da época, Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Murgel Starling recriam o cotidiano da vida e da morte durante o reinado de terror da "gripe bailarina", uma das maiores pandemias da história.

“Um atestado visceral de que não se lembrar da própria história é condenar-se a repeti-la. Nesta história com toques de ciência e por vezes ciência em contexto histórico, temos uma oportunidade para reconhecer que já estivemos aqui antes, numa pandemia que de fato concluiu um século. Quem sabe desta vez aprendemos a lição?” ― Suzana Herculano-Houzel

“Entre negação da ciência, curas milagrosas e uma doença que escancarou as desigualdades sociais da época, os historiadores do futuro, ao analisar a brilhante obra de Lilia Moritz Schwarcz e Heloisa Murgel Starling sobre a pandemia de 1918 ― escrita durante a pandemia de 2020 ―, indagarão, perplexos: Mas como pode ser possível que, em cem anos, não aprenderam nada?” ― Natalia Pasternak

“Em um mundo já fragilizado pela Primeira Grande Guerra, a gripe espanhola colocou em evidência a vulnerabilidade humana diante de um novo vírus. Este livro narra com maestria as rotas e a velocidade de disseminação da doença, ao mesmo tempo em que acentua as dificuldades e os equívocos para seu enfrentamento no Brasil oligárquico da Primeira República. Convida-nos a refletir sobre o valor da imaginação histórica para a abordagem da crise contemporânea.” ― Nísia Trindade Lima.

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O que eu achei do Kindle? | José A. Fernandes




Há algum tempo comprei um Kindle e, depois de algumas leituras, quero falar o que achei dele pra vocês!

Eu sempre preferi (e continuo preferindo) ler o livro físico, como muitos de vocês devem fazer também. Gosto do cheiro do livro, de manusear, de "sentir" a leitura. Mas, nesses tempos de multimídias, resolvi aderir ao Kindle, já que eu tinha muitos e-books no computador e muito pouca vontade de ficar lendo em sua cansativa tela.


Foi o que me levou a comprar um Kindle: a esperança de ler o que já tinha acumulado e que ainda poderia acumular de livros e textos, de forma mais confortável e, o principal, portátil. Há quem diga que atualmente podemos levar uma biblioteca para qualquer lugar que formos e lermos em qualquer momento. Podemos ler no ônibus, enquanto esperamos na fila do banco, antes de reuniões e por aí as possibilidades se multiplicam. 

Nada é mais verdade nesse mundo cyberespacial do Kindle. Com ele é possível enviar quase 500 mil e-books apenas em sua versão de 8 giga (multiplique isso na versão de 32Gb)! 

Já em relação à comodidade, a vantagem é enorme. A tecnologia antirreflexo, com luz embutida, utilizada em todos os modelos de Kindle impede que a tela canse a vista depois de algum tempo. Nos últimos dias eu tenho ficado um bom tempo lendo nele, sem que isso estresse minha vista ou provoque algum dano por luz intensa refletindo direto. Outra vantagem é que o modelo Paperwhite e o Oasis são a prova d'água. Ou seja, você pode sentar na banheira, colocar uma música suave de fundo e ficar lendo; se ele cair por acidente, você tem até 60 min para tirá-lo da água (risos)!

No dispositivo é possível aumentar ou diminuir o tamanha da letra, fazer anotações, buscar num dicionário ou no Wikipédia e sublinhar partes importantes. Outra coisa que achei legal é que é possível colocar em "modo noturno". Isso deixa mais confortável em alguns ambientes. De qualquer forma, seja físico ou lendo no Kindle, é sempre importante ter luz adequada, para evitar outros problemas na vista.  


O Kindle é um dispositivo bem direto no que se propõe: ele é feito para leitura! Então, dentre as suas funções você só vai encontrar o necessário para esse objetivo. Não há como instalar outros aplicativos, além das funções que ele já tem - a não ser alguns dicionários ou coisas do mesmo tipo. Ele acessa a internet (inclusive para poder buscar e comprar no shop de e-books da Amazon), mas não há navegador e nem é possível fazer outra coisa que não seja relacionada à leitura.



O dispositivo aceita o formato MOBI, oficial do Kindle, além de PDF, documentos do Word, ePubs e imagens em alguns formatos. Esses arquivos precisam ser enviados para um e-mail particular do dono do Kindle que é fornecido pelo Kindle e fica disponível na sua conta no site da Amazon (por ex.: fulano_de_tal@kindle.com). Ao mandar um arquivo é possível pedir para o Kindle converter para o formato oficial MOBI: você pode mandar um arquivo Word, por exemplo, e pedir para ele converter para Kindle. Mas aprendi que é melhor testar o arquivo no formato original antes, porque às vezes ao converter ele deforma alguma coisa ou mesmo fica ilegível.

Outra coisa é que os livros a serem enviados por esse sistema do e-mail não podem ter mais que 50 megabytes. Isso é um problema quando o livro foi escaneado ou quando ele tem muitas imagens. Uma solução é conectar o seu dispositivo direto no computador e enviar os arquivos para a pasta "documents" (dica que aprendi com Erik Correia, amigo do Facebook). Outra solução que eu encontrei nesse caso foi usar algum programa para dividir o e-book em partes menores, o que não chega a ser um grande inconveniente - a menos que você não saiba como fazer isso.

Você também pode comprar e-books pelo site Amazon e receber diretamente no dispositivo. Outra possibilidade, claro, é comprar pela Loja Kindle que é acessada diretamente pelo dispositivo. Você escolhe o livro que quer e baixa na hora. Outra forma ainda é ficar de olho aqui no blog ou em nossos grupos, onde sempre postamos livros (físicos e e-books) em promoção! 

Existes quatro versões de Kindle: 

Kindle. Mais simples e mais em conta (R$349,00), menor (167 ppi, tela de 6 polegadas, antirreflexo), que não é à prova d'água. 
Para comprar esse modelo, acesse: https://amzn.to/3mBMNgj

Kindle Paperwhite: com valor mediano (R$499,00), com 8 Gb e 32 Gb, 300 ppi, tela de 6 polegadas, antirreflexo, à prova d'água.
Para comprar esse modelo, acesse: https://amzn.to/35QrUYR

Oasis. Versão mais cara, 300 ppi, tela de 7 polegadas, antirreflexo, , à prova d'água.
Para comprar esse modelo, acesse: https://amzn.to/35Q6Rpi

Eu comprei a versão Paperwhite de 8Gb e não creio que me falte espaço pros e-books, pelo menos não tão já!

Veja um vídeo sobre ele!


Caso tenha se interessado, por favor, considere comprar pelos links que indicamos ao longo da postagem e ajude a manter nossos projetos!
kindle a prova dagua

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